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domingo, 23 de junho de 2013

A Mulher Extraordinária x Estupidez do Homem

É impressionante a capacidade que o homem tem de fazer uma mulher extraordinária perder o interesse por ele. Lembrando que manter uma qualquer encantada é fácil, basta ser canalha. 
Homens, não duvide da inteligência de uma mulher. As mulheres inteligentes sabem que são. Todos os neurônios a mais de um homem é uma tentativa de se equiparar a sapiência de nós mulheres e cá entre nós, tem muito homem incompetente no mercado, envergonhando a espécie, se comportando como um idiota e se achando um máximo. 
Uma mulher não precisa de um homem. Tenha sempre em mente que mulher nenhuma, principalmente as raras e espetaculares, fica com um homem porque precisa. Elas ficam porque querem e sabem o que querem. 
Não seja tolo e imaturo a ponto de confundir uma MULHER extraordinária e de atitude com uma mulher qualquer, vulgo vadia. Não é preciso ser muito inteligente para saber diferenciar. Pode ter certeza que poucos tiveram a incrível oportunidade de estar ao lado de verdade com uma mulher dessas, extraordinária. 
E termino com uma frase do Charles Périgord que adoro: "Uma mulher perdoará um homem por tentar seduzi-la, mas não o homem que perde essa oportunidade quando ela lhe é oferecida."

(Jhennifer Cavassola)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Promete que vai guardar SEGREDO?

"Nunca confie em ninguém, especialmente em relação as pessoas que você admira. Serão essas as pessoas que irão desfechar os piores golpes." (Carlos Ruiz Zafón)

Promete que não vai contar pra mais ninguém? Quantas vezes fazemos isso ou ouvimos isso na vida? E essa é uma das maiores falhas de nós seres humanos. Pra começar, pedir segredo a alguém é puro egoísmo. Se você não consegue guardar segredo, como pode exigir que a outra pessoa guarde? Segredo que é segredo, é guardado no sangue, só pra você e a partir do momento que compartilha, deixa de ser segredo. Apesar de pensar assim, faço minha parte, guardo pra mim tudo que me falam e se for de alta complexidade, até esqueço. Mas não cobro de ninguém o mesmo, porque entendo os riscos que estou correndo, as pessoas são diferentes.
Clique na foto e veja como um 
segredo se transforma numa fofoca.
Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem... (Jeremias 17:5)
Amizades existem, mas não devemos depositar confiança nos homens. Humanos falham e esse é o motivo de tanto sofrimento na terra. Confiamos demais nas pessoas e nos distanciamos cada vez mais de Deus. Temos uma tendência de colocarmos esperanças nas pessoas, depositarmos confiança, ai a gente se decepciona, sofre e se revolta desnecessariamente, pois bastava seguir o conselho de Deus.
E o Senhor também diz: “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR.” (Jeremias 17:7). Ele nos deixou para amarmos o próximo independente de qualquer coisa, apenas isso. Mas confiar não, pois somos “carne”, “pecado”.
Pense bem, muito bem antes de compartilhar qualquer acontecimento da sua vida ou da vida de outras pessoas pra alguém. Nunca se sabe o dia de amanhã e quem exatamente é essa pessoa que está a sua frente. Muitas vezes um segredo é como uma bomba, que estamos dividindo ela ao meio e jogando em outra pessoa. As vezes a pessoa compartilha seu segredo com outra, não por maldade, mas porque segurar essa bomba sozinha é realmente difícil. Voltamos ao começo da postagem, pedir segredo a alguém é puro egoísmo. Mais vale sofrer sozinho do que cedo ou tarde ter um problema mais pesado.
(Jhennifer Cavassola)

sexta-feira, 16 de março de 2012

Fofoqueiros de Plantão

"Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas." (Martha Medeiros)

Polêmicas, balelas, inverdades, são os fatores que contaminam qualquer ambiente. Mas os fofoqueiros sempre estão prontos para atacar e em qualquer lugar. Aquele que faz fofoca geralmente quer se promover, quer atenção e se concentra na vida dos outros para satisfazer-se.
Geralmente sente o mau sentimento da inveja, é inseguro e precisa difamar o outro para obter sucesso. Isso ocorre muito em ambientes de trabalho. O fofoqueiro só precisa de oportunidade e já está ele, falando de um ou de todos.
Existem dois tipos de fofoqueiros: aquele que faz a fofoca, que faz a polêmica, solta o boato e aquele que escuta, é condizente e permite que a fofoca aconteça.  
Há uma diferença delicada entre um simples comentário e uma fofoca. Depende da intenção de quem fala e de quem escuta. O melhor é que saiba realmente para quem está fazendo o comentário. Uma interpretação errada dos fatos pode fazer com que você seja promovido a fofoqueiro.  Depende muito de quem ouve e como foi transmitida a mensagem.
Para evitar que informações se tornem fofocas, o melhor é não emitir opiniões sobre determinados assuntos que envolvam pessoas especificas. Ou seja, não emita opiniões sobre pessoas sem que elas saibam. Se for envolver o nome dos outros, o ideal é que eles estejam sabendo da sua posição ou até mesmo presentes no momento. É preciso ter maturidade o suficiente para não se importar também com os boatos que rolam sobre a sua pessoa.  E quando é no trabalho então, tudo fica mais difícil, mas se você tiver uma postura neutra, nada influenciará no seu andamento profissional.
Um administrador, por exemplo, não deve evitar que se colonize um clima de mentiras e fofocas dentro da empresa. Ele precisa conversar com todos da equipe, envolvendo cada um de forma individual, identificar o fofoqueiro e saber trabalhar com o comportamento deste sujeito, para que se elimine o problema.
Mas e quando a fofoca acontece aos redores de sua casa, ou seja, entre os vizinhos?  O melhor é não se deixar envolver pelos maliciosos de plantão. Começou o comentário sujo, interrompa; fale da natureza, conte uma piada, diga que precisa cuidar dos afazeres da casa, enfim, saia o mais rápido possível, antes que esteja envolvido. 
SEGURE A LÍNGUA! 
  
(Jhennifer Cavassola)

Achei uma mensagem interessante no livro "Em Busca da Autoconfiança, Estrutura Emocional de Aço - Marcio Kühne", segue:

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.  
No tribunal, o homem disse ao juiz:  
- Comentários não causam tanto mal...         
E o juiz respondeu:    
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!    
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:  
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:       
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!           
MORAL DA HISTÓRIA:         
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Beijos especiais da Mulher Diferente!!!

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Ame e Viva - O que temos visto por ai???

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não! Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama... Sexo de academia.
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos, sem se preocuparem com as posições cabalisticas.
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção. Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.


Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!".
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza".
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.


Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário... Pra chegar a escrever essas bobagens? (Mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodê, brega, familias preconceituosas.
Alô gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado. "Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois... Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?

Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"

Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out ou in.
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na Playboy e nos banheiros. Eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida".
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "Amo você", "fica comigo"... Então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!

Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!

(Arnaldo Jabor)

Nota: Eu adorei esse texto e achei digno divulgar ele aqui no blog. O Arnaldo Jabor é ótimo, adoro as críticas dele. O texto fala por si só, sem mais comentários. 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

É tão fácil ser legal!

Sinto-me só nesse mundo tão grande. Grande e pequeno ao mesmo tempo, por ter pessoas tão medíocres.
Hoje cada um vive a sua vida, ninguém mais se interessa de verdade por ninguém.
As pessoas não perguntam do fundo do coração se as outras estão bem. Eu queria entender porque as pessoas não se interessam pelas outras. Todos fingem que se interessam, mas na verdade pouco se importam. Hoje as conversas são superficiais, ninguém está nem ai pros problemas alheios, com seus interesses, iras, a não ser que seja para criticá-los.

Tudo bem que se eu alfinetar meu dedo com uma agulha na frente de qualquer pessoa, só eu sentirei dor, o outro só vai mexer a cabeça e no máximo fazer uma cara de nojo por causa do sangue. “Pimenta na boca dos outros e refresco na da gente.”
Passei os maiores anos, acreditando que a humanidade mudaria; hoje tenho plena certeza que não. Se você conta um problema pra alguém, mesmo sabendo que a pessoa não pode te ajudar; fala por está precisando desabafar suas paranóias, suas magoas... Ela tira conclusão que você é problemática, louca, isso se não sair por ai falando da sua vida.
Problemas todo mundo tem, é verdade. Mas as pessoas ficam loucas se precisarem de ajuda e não ter ninguém ao menos pra ouvi-la. 
Hoje o mercado de trabalho está muito disputado, você tem que se matar pra segurar o emprego; chega em casa tem fazer de tudo pro marido; ai vem os filhos, você tem que fazer de tudo pra eles ter uma boa educação. Só essas coisinhas, faz à cabeça ir à tona. Muita pressão, euforia, limitações. Fora os traumas da infância, as decepções... Então quando você vai ouvir alguém não dar à mínima. Esquece que amanhã pode ser você que esteja precisando. E quando alguém quer desabafar, não quer ouvir os seus problemas ou de sua vida que está maravilhosa, e sim um conselho ou uma simples frase dizendo: “tudo vai se resolver”. Mas não... Sabe como as pessoas reagem? “Ah eu também passei por isso, é besteira!” Ou “ Que nada você está errada!” isso quando não desdenham do que você está dizendo."É incrível como as pessoas se interessam muito mais em saber dos motivos e detalhes do seu sofrimento do que simplesmente te dar uma força."

Por causa do egoísmo, egocentrismo de toda a gente, que hoje faço a minha parte sem esperar nada de ninguém. A minha janela é basculante, espaço pequeno, só quem pode passa. Abro e fecho quando quero.
Mas acha que isso é bom? Queria poder abrir mais, poder falar mais do que sinto, dos traumas, das decepções. Quem quer ouvir? Só um especialista, que terei que pagar pra escutar-me. Escolho a solidão não por opção e sim porque é o jeito.

Tem uma frase que diz: 
“A solidão é uma arma que mata, mesmo não tendo ninguém para dispará-la”.

E um trecho de uma música  do Ritchie que diz: Ando só, leio o jornal, lembro do que passou / Vento e sol, sinto a solidão, o amanhã começou / Nada pra jogar, nada pra perder / Sei que nada vai adiantar”...
Ai vem o Hebert Viana na música Calibre dizendo: “Eu vivo sem saber até quando ainda estou vivo, sem saber o calibre do perigo”...
Costumo dizer que: É tão fácil ser legal, é tão fácil você lidar com as pessoas, não entendo porque as pessoas limitam, dificultam e estragam tanto isso.

Com euforia, vem uma amiga e diz: - Meu filho andou, meu filho está andando!
A pessoa pergunta: - Ele tem quantos anos?
A amiga responde sorrindo: -1 ano e 1 mês.
A pessoa fala sorrateiramente: - Nossa, pois o meu andou com 9 meses.
* Caramba, quem perguntou? Puts, naquele momento a pessoa quer compartilhar essa alegria, e não saber do filho do outro. Às vezes fazemos esse tipo de coisa sem sentir, às vezes por que queremos machucar. Mas não importa, porque a outra pessoa não entende que foi sem querer e sim porque queremos ser superior.

Outro caso: - Nossa como essa roupa é bonita!
Só a roupa? Agora olha a diferença quando você sabe ser legal:
- Nossa como essa roupa caiu bem, você está linda!

Se olharmos mais profundamente, veremos a alma do outro. V
eremos que não só de sorrisos essa pessoa e feita, não só de tristeza, ou seja lá o que for. Devemos olhar nos olhos e apesar de também termos nossos problemas, devemos se interessar pelos problemas dos outros. Mas se interessar com o coração, profundamente, para podermos ajudar nem que seja com uma palavra.
Que não sentimos a dor é verdade, mas podemos nos colocar no lugar do outro.


(Jhennifer Cavassola)

"O ser humano não é um mamífero, pois estes harmonizam-se com o ambiente. O padrão do ser humano é o mesmo do vírus, que se instala, destrói e depois muda-se para novamente destruir." (Matrix)

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sucessão dos Dias (Part2)

Será que estou meia mórbida hoje? Pode ser, com assuntos sérios que muita gente não gosta de falar. Antes de mais nada, hoje sinto-me tão feliz.

Na vida pessoas surgem e desaparecem, outras surpreendem com decepções e outras surpreendem com a gentileza. Uma jornada confusa, cheia de armadilhas, com dias de sorrisos e outros de lágrimas, momentos de dores e outros de conforto. Que nós levam a um destino único, igualmente compartilhado por todos; a evidente passagem à “Verdadeira Verdade”, com um destino final, a morte!
Falando sobre essa frase hoje: "Prefiro morrer ao viver na hipocrisia que os humanos mudarão." E o assunto envolveu velórios, hipócritas etc. Sempre falei para as pessoas mais próximas, que não quero enterro, muito menos que me coloquem dentro de um caixão. Pois em vida amo a liberdade, não suporto ficar presa e a idéia de manter meu corpo físico em um caixão é absurda. E sempre falo que quero ter dinheiro pra morte, pois prefiro ser cremada. Que Deus escreva meu fim aqui, num avião, pronto, evita muitas coisas e estarei com muita gente do lado kkkkkkkk. Mas se nada dê certo, coloquem o corpo enrolado num pano e enterre. Só não coloquem num caixão e nem façam velório. Odeio velórios, acho ridículo aquele bando de hipócritas falando bobagem, contando histórias, cheio de curiosidades, lágrimas de crocodilo. Saiiiii quero nunca isso.
O meu maior aprendizado tem sido sobre o ser humano e a capacidade que ele tem de modificar rumos de outros. Os seres que atravessam nossos caminhos são vários, donos de mundos secretos a se desvelar, personalidades espantosas que me assusta. E hoje, estou com nojo da humanidade, sempre fui boazinha de mais, pois bem, me tornei egoísta. Tenho fome e sede de viver e agora vivo pra mim, meu marido e minha filha. Que se exploda o resto.
O mundo é dos fortes e dos vencedores. Se você para pra algo, você não vence. Precisa correr a todo instante. Ninguém para por causa de você. VIVA, sinta, o verbo da vida é VIVER!!!!!
A jornada é assim, deixa marcas, conta histórias e nos dá lições. Quando muito renunciamos os seus ensinamentos, o Ser Divino não acalenta nossas cabeças, faz a dor física ou espiritual escrever em nossas almas, as mensagens necessárias. Da dor não há fugas e nem dissimulações, sorrisos falsos e nem mentiras tolas. A dor tem que ser vivida até seu último suspiro, a fim de ser acabada, consumida, assim deixando apenas aprendizado como cicatriz e não faísca pronta a incandescer. 
Os caminhos são longos, as trilhas perigosas e emocionantes. É preciso deixar a vida nos alagar com suas dores, pois ela mesma vai se encarregar de limpar as cicatrizes. E quanto mais nos acharmos injustiçados e menos esperarmos, a vida vai fazer o inusitado. E é nesse momento que pessoas anjos cruzarão nossos caminhos para andar junto conosco por um aceitável tempo, despertando mais uma vez sorrisos, o prazer e a alegria.
Costumo dizer que sempre odiei circos e seus palhaços...la existe cheiro de sofrimento e hipocrisia. Um sorriso nem sempre demonstra alegria em si. Mas um olhar, sempre.

(Jhennifer Cavassola)

Renato Russo dizia: "Quem insiste em julgar os outros, sempre tem alguma coisa pra esconder".

E finalizo com uma frase de Carl Jung: "Sua visão se tornará clara somente quando você puder olhar dentro de seu próprio coração. Aquele que olha para fora sonha, aquele que olha para dentro desperta".

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Padecendo no Paraíso

Estou com a barriga quase explodindo. Eu não comi muito não, mas me comeram! Éh! A primeira coisa que pensei quando minha barriga começou a crescer é que todo mundo sabia o que eu tinha feito. É muito inconveniente sua vida privada se tornar pública. A gravidez é assim, todos ficam sabendo que te comeram e ainda gozaram dentro.

Você enjoa uns três meses que mais parecem três anos. E tudo aquilo que você enjoou nesse período fica enjoado para o resto da vida. Eu pelo menos sou assim. Não suporto sabonete de glicerina, desodorante masculino, óleo de amêndoa, cheiro de fritura e outras coisas que me dão enjôo só de pensar. Mas aos poucos a doçura vai tomando conta do seu ser e você começa a sonhar com a chegada do bebê.

Mas tem uma coisa, sobre os terrores maternos durante a gravidez ninguém fala! Todo mundo adoça tudo, como se tudo fosse feito de flores. Eu por exemplo fiquei nos primeiros meses com pânico de ter um bebê com má formação fetal, depois com as síndromes mais raras, depois com nanismo e por último fiquei com medo de lábio leporino. Mas agora nesse minuto superei esses medos e passei a me preocupar com problemas de aprendizado, stress infantil, cegueira, surdez, distúbios no comportamento, hiperatividade, transtorno bipolar e outras coisas que só se descobri ao nascer ou até mesmo mais tarde ainda. Tudo bem sou mãe pra enfrentar qualquer parada, mas a neurose da gestação é dose!

Tudo o que me ensinaram sobre a gravidez é lindo, mas esses valores e mitos estão caindo. Outro dia eu andava plácida e linda com meu barrigão pela rua e num cruzamento um gentil rapaz parou sua combi e gritou:

- Passa Barriga!

Eh! Quanta delicadeza! São outros tempos!

Sexo é um tabu nessa fase. Você está toda inchada, torta e empenada, mas não pode se entregar ao desuso tem que praticar, massagear o períneo, satisfazer o marido. Eu acho a gravidez sublime, linda, agora não me vem dizer que é sexy que eu não acredito! Comer grávida só mesmo para o pai, por que é o jeito, os tarados com problemas com a mãe ou para os jovens viciados em comer kinder ovo. Não entendeu? Aquele chocolate que vem com o brinquedinho dentro? Lembrou?

Primeira dica: Esqueça o Kama Sutra. As posições possíveis se resumirão a duas ou três no máximo! Suas “partes” crescem em média uns três centimentros, mas você não enxerga, a barriga não deixa. Você jura que tudo está como antes, mas de perereca a bichinha se transformou num sapo boi! Comprei até um espelho de tirar sombrancelhas para acompanhar esse crescimento fenomenal de perto.

Você fica carente, chorona, gasta todo dinheiro que tem e que não tem e espera. Todos te desejam uma boa hora. Normal ou cesariana? As opiniões se dividem e fica a dúvida: Prefere ficar toda cortada por um mês se arrastando pela casa com direito a uma cicatriz que às vezes cria quelóide ou ter sua preciosa esfolozada com direito a um pequeno talho na lateral pra preservar sua integridade justa? Essa é uma dúvida cruel! E chamam isso de boa hora!

Um velha tia minha filósofa falou pra mim o seguinte sobre o parto normal:

- Minha filha pense em cagar um tijolo! - Quando o priquito imendar com o cú o menino nasceu!

Ela é de uma delicadeza! Mas com sotaque nordestino essa máxima soa poesia!

Tudo bem vamos pensar no lindo bebê que virá depois de toda essa justificável tortura. Será um belezura de criança e a ocitocina lançada no corpo faz toda mãe esquecer as dores e só ter olhos e sentidos pro bebê. Ele vai te sugar e murchar os mamilos com todo amor, te roubar o sono, a privacidade com seu marido, mas ele é seu filho, você vai amá-lo profundamente e será recompensada com sorriso e uma palavrinha mágica:
- Mamãe!
.
* Texto da Patricia Mellodi
.
Amei demais esse texto!!!! kkkkkkkkkkkkkk Estou na 29ª semana, 7 meses certinho. E até agora o que tem no texto é tudo verdade!
Galera do mundo tão amável, que é o mundo blogueiro, sei que estou devendo o chá virtual, mas por falta de tempo, não tive como organizar ainda. Nem tenho certeza se farei, mas ainda estou com espectativas. Grande beijo a todos!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Sapatos x Homens

É maravilha saber que tem coisas que enlouquecem a gente, não é mesmo? Como ganhar um belo vestido acompanhado de um belo sapato. Pois bem, na semana retrasada ganhei um belo vestido e dois belos sapatos do maridão. Aiii, amei demais!! Sapatos são tudo de bom!Lembrei de uma conversa que duas amigas tiveram sobre "sapatos e homens". Uma delas é dona do Blog Te Aguenta no Salto. Pois bem, vamos ao que interessa, a comparação entre homens x sapatos.
"Tem aquele homem que por mais que nos machuque, vale a pena. Tipo um sapato que nos dá mil bolhas numa festa, mas que mesmo assim é o nosso par favorito.
Tem o sapato que por mais confortável que seja, não queremos usar nem pra ir na casa de parentes bregas. Conforto, definitivamente, não é tudo..
Tem aquele sapato que tu usa quando sabe que vai para algum lugar com lama por exemplo, aquele pode sujar a vontade, não é tua prioridade mesmo.. Esse é aquele, usa quando precisa.. ou coisa do tipo.
Tem aquele sapato que é teu sonho de consumo, e tu nao mede esforços pra tê-lo. Estoura o cartão.. no caso com homens, investe muuuuuuito.
E assim vai.. váárias teorias, mas a coisa que eu mais amei nessa historia de comparação aí, foi essa:
Sabe quando vocês estão numa loja, escolhendo um par.. tem um lindo, mas nao é bem o que tu queria.. dai o do lado tá muito mais bonito.. "vou levar esse, decidido." ok, quando olha pro lado ve uma vaca, com o perdao da palavra, querendo levar aquele que tu não quis.. o que se faz numa hora dessas? obvio, arranca o sapato da mão dela, porque tu viu primeiro, é aquele que tu quer e que vai levar.. onde já se viu, né? Essas ladras..
Bom, achei interessante, aliás, essa minha amiga como advogada será ótima, tenho certeza.. mas eu poderia ter passado horas lendo as teorias dela, daria uma ótima escritora.. heheheh
Afinal, a gente sacrifica nossos pés por sapatos lindos, sacrificamos a vida por homens ideais, mas jamais aceitamos usar um sapato feio só pelo conforto.. concordam? ehhehehe
Até porque, sapatos podemos colecionar, ter um pra cada dia e etc.. e homens? até achar precisamos experimentar, usar, usar, usar..."
.
Ótimo!! E vocês, concordam ou não?

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Transferência de culpa

“Por que algumas pessoas insistem em colocar a culpa dos problemas que acontecem em suas vidas nos outros, em vez de assumir a responsabilidade?”
.
No começo do século 17, os habitantes da região italiana da Toscana já estavam se acostumando com as esquisitices de um sujeito chamado Galileu Galilei. Ele era bamba em matemática e física e andava obcecado por entender os mistérios do Universo. Uma passagem curiosa a seu respeito é aquela em que ele subia a torre inclinada de sua cidade natal, Pisa, e ficava jogando coisas de tamanhos e formas diferentes, tentando entender por que e como caíam. Diz a lenda que, após uma dessas experiências, Galileu observava pensativo os restos de um ovo estatelado na calçada da praça dos Milagres quando foi interpelado por uma velhinha que lhe perguntou o que estava fazendo. “Estou tentando entender por que este ovo caiu da torre”, disse ele. “Eu sei por que ele caiu”, emendou a mulher. “Porque você o soltou.”
Essa história engraçada coloca juntas as duas causas que costumam desencadear os fatos da natureza e também da vida humana: a causa que determina e a causa que predispõe. O que determinou a queda do ovo foi a ação da gravidade; o que permitiu que isso acontecesse foi o fato de Galileu ter aberto a mão e soltado o ovo. Da mesma maneira, sempre há uma causa externa e uma causa interna para os fenômenos que acompanham a vida humana. O correto é dar crédito merecido a ambos os fatores, mas nós temos uma imensa tendência a valorizar um e minimizar o outro, de acordo com nossas conveniências. Nossas conquistas costumamos atribuir às nossas virtudes; já nossos fracassos não têm nada a ver com nossos defeitos, e sim com fatos alheios a nós, verdadeiras traições do destino.
Na semana em que escrevi este artigo, pude observar pelo menos três fatos que ilustram bem essa tendência de autopreservação: um querido amigo chegou com uma hora de atraso a um compromisso que tinha comigo e, após cumprimentar-me, passou a culpar o trânsito por seu atraso, e não sua já conhecida e folclórica despreocupação com os horários e com o tempo dos demais. Outro, investidor da Bolsa da Valores, perdeu dinheiro com a dança dos números e imediatamente atribuiu o prejuizo à “mão invisível do mercado” e não a sua análise incorreta das tendências. Nesses acontecimentos, eu fui o espectador, mas há pelo menos um em que fui o grande protagonista. Estou entregando este artigo com atraso e, quando a equipe de VIDA SIMPLES me ligou, suavemente, cobrando, eu comecei logo a dizer que ainda não tinha entregue porque estava viajando, os aviões andam atrasados, o excesso de trabalho estava me matando etc. etc. É o mesmo que dizer: “A culpa não é minha. A culpa é de minha vida, e eu não tenho controle sobre ela”. Pode?

Você é meu inferno
Cada pessoa tem seus próprios planos na vida. Para realizá-los, vai executando ações que modificam o mundo a seu favor. Até aí, tudo bem. O problema é que todos fazemos isso e, claro, sempre haverá a possibilidade de que aquilo que alguém faça para atingir seus objetivos entre em conflito com o projeto de outra pessoa. É por isso que o filósofo Sartre dizia que “o inferno são os outros”. Mesmo levando em consideração o mau humor do existencialista francês, temos que aceitar que ele tinha lá alguma razão, mas também não podemos deixar de atribuir a esse pensamento uma carga de transferência de responsabilidade. Às vezes as pessoas criam seus infernos particulares e atribuem a autoria a outrem.
Todos já vivemos situações em que foram as atitudes de alguém ¬ o namorado, o chefe ou o presidente da República ¬ que acenderam o fogo da panela de pressão de nossa paciência. Ok, concordo! Mas muitas vezes fomos nós mesmos que riscamos o fósforo, e os outros apenas entraram com a palha seca. Ou vice-versa.
Ninguém está livre de ter esse comportamento transferidor de responsabilidade. O problema é que ele pode se transformar em um padrão. Quem jamais, ou quase nunca, admite ter construído seus insucessos, carrega consigo os sentimentos de frustração, de impotência e de injustiça. Frustração porque vê seus planos falharem. Impotência porque, como não se atribui a culpa, sente-se incapaz de agir sobre seu próprio destino. Injustiça porque não se considera merecedor do infortúnio, uma vez que, em sua opinião, não é ele o autor do mesmo.
A psicologia, que está sempre buscando explicar o comportamento humano, cunhou a expressão “projeção” para explicar essa tendência de transferir responsabilidades que todos temos, em graus variados. E colocou a projeção em um grupo de comportamentos chamados “mecanismos de defesa”. A parte da estrutura psicológica chamada ego muitas vezes recusa-se a reconhecer impulsos de seu vizinho, o id. Essa é a parte da mente humana mais primitiva, regida pelo impulso do prazer, e que busca a satisfação imediata das necessidades e o apaziguamento das tensões. Obedecendo a esses impulsos primitivos, muitas vezes fazemos coisas, ou deixamos de fazer, que nossa própria moral reprovaria. É quando entra o ego, que é regido pelo princípio da realidade.
Quando adultos, não podemos mais simplesmente cair no choro e sapatear quando somos contrariados ou repreendidos. As crianças fazem isso porque são comandadas pelo id. Nos adultos, o ego assume o comando e a responsabilidade. Entretanto, às vezes o golpe é muito forte para um ego ainda não totalmente estruturado. Nesse caso, ele projeta a culpa para fora de si, isentando-se e, claro, incriminando alguém. Freud explicou!

Inocente ou impotente?
Dizem que essa tendência de transferir responsabilidades é maior entre nós, latinos. O economista argentino Fredy Kofman, que é professor nos Estados Unidos, observou isso, e comenta que se interessou pelo assunto quando seu filho de 5 anos um dia dirigiu-se a ele dando origem a um diálogo bizarro, mas pra lá de esclarecedor:
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— Pai, sabe aquele carrinho que você me deu ontem?
— Sim, o que tem ele?
— Pois é, pai. Ele quebrou.
— Como assim? Ele se quebrou sozinho? Então ele cometeu suicídio?
— Foi, pai. Bem diante de meus olhos. Foi horrível!
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Pense em quantas vezes você mesmo, como o pequeno protagonista da história, transferiu a responsabilidade até para objetos inanimados. Eu, pessoalmente, tenho vários episódios, confesso. Quando estudei nos Estados Unidos, ainda muito jovem, consegui comprar um carro, um pequeno e econômico Ford Pinto. Certa vez, em uma das muitas freeways californianas, o valente carrinho de repente começou a tossir, sacudir-se todo, até que acabou parando. Motivo? Falta de gasolina. Maldição!, disse eu, sem saber exatamente a quem estava dirigindo o impropério.
Em menos de dois minutos um carro da polícia encostava ao meu lado, e quando o policial perguntou o motivo de estar parado em lugar proibido, eu disse algo como: “Eu não tive culpa. A gasolina acabou”. “Então de quem é a culpa?”, respondeu o agente da lei por trás de seus óculos escuros. Ele fez três coisas. A primeira deu-me alívio, a segunda vergonha e a terceira, prejuízo: levou-me até um posto de serviços para que eu providenciasse o combustível, passou-me uma descompostura por meu ato imprevidente de entrar numa freeway sem verificar o combustível e aplicou-me uma imensa multa.
Durante muito tempo eu me envergonhei do acontecido. Hoje o encaro como um imenso aprendizado. Naquele momento eu me achava inocente. Na verdade eu estava impotente. Aliás, esse é o preço da inocência ¬ a impotência. Se você deseja ter sua vida sob controle, o preço é outro ¬ a responsabilidade.
Transferir a responsabilidade aos outros traz um falso conforto momentâneo. Uma análise mais cuidadosa de qualquer acontecimento negativo em nossa vida sempre vai salientar nossa participação ativa no episódio. Muito mais do que gostaríamos de admitir. Seu namorado a deixou porque ele é um crápula ou porque você não investiu na relação nem em você mesma? O emprego não aparece porque o mercado de trabalho está ruim ou porque seu currículo não ajuda? Você não passou no vestibular porque a concorrência era muito grande ou porque você não estudou o suficiente?
É claro que sempre há, lembre-se, os fatores determinantes e os predisponentes a qualquer acontecimento. Pode ser que um fator determinante esteja fora de você, mas que você ajudou com um ou mais fatores predisponentes, isso lá você ajudou. Confesse! É verdade que o mercado está ruim, mas também é verdade que seu currículo não está ajudando. É real que o vestibular é difícil e concorrido, mas é ainda mais real que você não se preparou o suficiente. Todos sabem que os rapazes são inconstantes, mas todos sabem também que ele não foi estimulado a permanecer na relação com você, pela maneira como você se cuida e pela maneira como você o tratava. Só que ninguém diz nada.

Confessando as culpas
Em Québec, no Canadá, o jovem Otto cometeu um assassinato. Escondeu de todos, mas confessou o crime ao padre Michael Logan. Este guarda o segredo. Só que o inspetor Larrue, no decorrer das investigações, encontra indícios que incriminam o próprio padre, que é preso e encaminhado a julgamento.
Esse é o enredo de I Confess, um dos filmes menos conhecidos de Alfred Hitchcock. Bem ao gosto do velho cineasta, o filme mistura suspense com drama psicológico. Durante uma entrevista, em 1954, Hitchcock dizia que não havia gostado do resultado do filme, quando então foi interrompido pelo crítico André Bazin, que lhe disse ter percebido no filme essa forte característica humana de transferir a culpa para evitar a dor. O cineasta então se desconcertou e se surpreendeu com essa marca psicológica que ele mesmo não havia percebido em sua obra, a ponto de passar a usá-la outras vezes, como nos filmes Cortina Rasgada e Janela Indiscreta, outras de suas produções geniais.
No fim do filme, Otto confessa seu crime. É o que acontece com todos nós que, mais cedo ou mais tarde, acabamos confessando nossas culpas, culpinhas ou culponas. E não as confessamos, necessariamente, para os outros, e sim para nós mesmos, que é o que mais interessa ao nosso crescimento pessoal.

Por Eugenio Mussak
Fonte:
Vida Simples
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Ps: Meu pai vive fazendo as coisas e colocando a culpa nos outros. É incrivel! Ele quebra um copo e a culpa foi da pessoa que colocou na ponta. Se trai minha mãe, a culpa é dela que não está sendo uma boa companheira. É cada uma!
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Para quem curte ficar em casa como eu e para quem curte o festão, um bom carnaval!
Façam SEXO, mas com CAMISINHA. BEBAM, mas não DIRIJAM. BRINQUEM, mas não BRIGUEM.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Depressão x Tristeza

"A agitação, instabilidade da vida moderna, movida de estressores, muitas vezes trazem sentimentos de desânimo e impotência diante das exigências da vida. Assim trazendo, a falta de tempo para fazer as tarefas comuns da vida diária, a dificuldade em conciliar trabalho e cuidados com a saúde, horário para lazer, planejamento familiar, dívidas ou mesmo com a estética corporal... Esses e outros motivos podem causar sentimentos ruins de tristeza que costumam até ser confundidos com a depressão, trazendo assim uma certa preocupação."

A diferença entre a tristeza e depressão:
Isso passa, é só uma fase. É bom que passe mesmo. A tristeza é um sentimento momentâneo, considerado saudável e até importante pelos médicos. Ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais. As pessoas atingidas pela ocorrência de perdas, do emprego ou de entes queridos, atravessam uma fase de sofrimento e angústia, que pode se prolongar por um
determinado período de tempo (cerca de 2 meses), mas esse quadro vai se atenuando e paulatinamente a vida vai retomando o ritmo normal.

Agora, se a tristeza não passa, e começam a surgir sentimentos de apatia, indiferença, desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida, saiba que esse é um sintoma claro de depressão. Os sintomas podem aparecer ou desaparecer de maneira sutil e quase imperceptível, mas é importante saber que eles podem voltar e depressão é doença séria e assim deve ser tratada. A depressão é uma doença recorrente e crônica.

Pesquisas da OMS revelam que os indivíduos que vivem um episódio depressivo, têm 50% de probabilidade de Ter o segundo. Para os que passam por um segundo episódio, a probabilidade de Ter um terceiro aumenta para 75%, e quem chegou ao terceiro, corre
o risco 90% maior de sofrer uma Quarta crise depressiva. Calcula-se que cerca de 20% da população mundial enfrentará esse problema em um dado momento da vida. A doença atinge crianças, adolescentes e adultos, sendo verificada uma incidência duas vezes maior em mulheres na faixa dos 20 aos 40 anos.
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Pode ser leve, moderada ou grave
A depressão encontra-se classificada no Grupo das Doenças Afetivas, ou seja, aquelas que tem uma evolução cíclica, em que se alternam períodos depressivos com fases de absoluta sanidade. Ao contrário do que se possa pensar, essa não é uma doença moderna. Hipócrates, considerado o pai da Medicina, descreveu seis doenças mentais, dentre elas a depressão, há aproximadamente 400 AC. Os sintomas podem se manifestar de uma forma branda, e é comum o paciente procurar um clínico-geral, acreditando estar com falta de vitaminas ou alguma doença mais grave.

Outros, simplesmente acreditam ser apenas mais uma "fase ruim" e não procuram ajuda, agravando ainda mais o problema.
Indivíduos apresentando quadros leves, raramente procuram tratamento.

É comum o paciente ser conduzido ao médico por familiares, contra a sua vontade. A pessoa alega estar se sentindo bem, mas a família percebe que ela apresenta comportamentos estranhos não compatíveis com os usuais. Para classificar a depressão, é importante, observar a intensidade dos sintomas. A caracterização desse distúrbio psíquico se dá pela ocorrência de pelo menos cinco deles num prazo mínimo de duas semanas: ansiedade, diminuição da libido, dificuldade de concentração, fadiga constante, sensação de desânimo, inquietação e irritabilidade, perda ou excesso de apetite, insônia ou sonolência excessiva, tristeza persistente, perda de interesse por atividades prazerosas, sentimentos de culpa, auto-desvalorização e pessimismo, idéias de morte ou de suicídio e ainda dores de cabeça ou distúrbios digestivos que não respondem a tratamento.

Sintomas isolados, ou mesmo conjuntos de sintomas devem ser examinados cuidadosamente para se evitar a realização de diagnósticos imprecisos ou questionáveis. Existem casos de dores crônicas, em que o paciente, após inúmeros exames que se mostram normais, melhora com o tratamento antidepressivo adequado.


As várias causas da doença:
Os vários fatores que podem desencadear uma doença afetiva ainda são um mistério para a medicina. A tentativa de descobrir o que desencadeia a depressão, cientistas se empenham em desvendar as possíveis implicações genéticas, a estrutura cerebral, e a relação entre os mecanismos químicos do cérebro com as alterações psíquicas decorrentes de perdas. Na década de 60, os pesquisadores acreditavam que o problema estaria na falta de neurotransmissores no cérebro de pessoas deprimidas. Sabe-se que algumas substâncias químicas que permitem a comunicação celular no cérebro (neurotransmissores), como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina, são responsáveis por uma espécie de regulagem das emoções.

Os antidepressivos foram criados para repor a falta dessas substâncias, mas os cientistas perceberam que mesmo que o medicamento aumente os níveis dessas substâncias pouco tempo após ser ingerido, só começa a fazer efeito, na maioria dos casos, após duas semanas de uso. A causa da depressão não seria então decorrente apenas da falta de neurotransmissores, mas
também de um desajuste na comunicação das células nervosas e esse tempo de suas semanas seria necessário para um acerto no sistema que envolve os neurotransmissores. Uma outra possibilidade seria a determinação genética, através de transmissão
hereditária e estaria ligada ao cromossomo X. os homens possuem somente um desses cromossomos, já as mulheres tem dois, portanto, teriam duas vezes mais chances de ficar deprimidas, o que justificaria o alto índice da doença no meio feminino.
Estudos mostram que se um dos pais apresenta o distúrbio, há 27% de possibilidade de que algum de seus filhos venha a apresentar a doença, esse numero sobe para entre 50% e 75%, quando ambos os pais apresentam o problema. Doenças cardiovasculares, disfunções hormonais e da tireóide, distúrbios neurológicos e principalmente o câncer, também podem desencadear crises depressivas, mas tratada a doença de base, a depressão desaparece. Cientistas pesquisam também a relação da doença com alterações metabólicas e estruturais do cérebro. Os deprimidos apresentam uma discreta diminuição de fluxo sangüíneo no cérebro e uma redução (4%) nos lobos frontais e nas estruturas subcorticais. Por último, mas não menos importante, estão os fatores psicossociais que não podem ser descartados. As perdas dos pais na infância, do cônjuge, ou mesmo do emprego na idade adulta, as traições (perdas de confiança), provocam alterações psíquicas que podem desencadear a doença.
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Tratamento:
O tratamento da depressão é estabelecido em função dos sintomas apresentados e da intensidade do quadro. A depressão pode evoluir como uma doença única ou Ter várias fases. Algumas pessoas têm vários episódios depressivos ao longo da vida. "Na realidade, os limites entre a depressão leve, moderada ou grave, são arbitrários. Considera-se depressão leve ou moderada, quando o paciente consegue executar algumas ou mesmo todas as suas atividades pessoais, mas para isso precisa fazer um esforço muito maior que o normal. Já nos quadros depressivos graves o indivíduo não consegue se alimentar, manter seus cuidados pessoais, a deterioração é progressiva, podendo levar à morte". Explica o Dr. Cordás. O tratamento ideal é
inicialmente farmacológico, mas de uma maneira geral, associado à medicação recomenda-se o acompanhamento psiquiátrico que além de fazer com que o paciente se sinta mais forte, ameniza a rejeição ao tratamento químico que pode durar anos.

Os antidepressivos se mostram eficazes em 75% a 90% dos casos, e a eficiência de todos é muito parecida, o que muda são os
efeitos colaterais, quem escolhe a melhor opção para cada caso é o especialista. Os gripos de antidepressivos mais conhecidos e mais utilizados são os tricíclicos (imipramina), ininbidores seletivos da recaptação de serotonina (paroxetina, fluoxetina, sertralina), inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina (venlafaxina) e inibidores irreversíveis da
monoamina-oxidase/IMAO (tranilcipromina). Na maior parte das ocorrências, depois de encontrar o remédio certo, os sintomas desaprecem em um ou dois meses, mas a medicação deve ser mantida por pelo menos seis meses, isto num caso de primeiro
episódio depressivo. Essa frequência tende a aumentar com a ocorrência de novos episódios, alguns critérios sugerem que a partir da ocorrência do terceiro episódio esta manutenção se prolongue por toda a vida.


Recomendações:
Medicamento antidepressivo não é produto cosmético, a ilusão da pílula da felicidade foi criada pela mídia. Isso é péssimo,
pois alguns tomam o remédio sem necessidade, mas o pior são aqueles que tomam o medicamento para mascarar graves problemas
pessoais. Remédio de depressão não vicia. Algumas pessoas abandonam o tratamento, assim que desaparecem os sintomas, com medo
de se tornarem dependentes do medicamento. Essa é uma atitude altamente prejudicial ao próprio paciente.

Consultoria: Dr. Táki Athanássios Cordás Diretor médico da Unidade, médico psiquiatra, Assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Mestre em Psiquiatria pelo Depto. De Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.
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Certa vez ouvi um médico dizer: -É mais fácil tratar de um paciente com estado terminal, do que uma paciente depressivo.
Olha só, tratar, terminal. Gente, é preciso ter fé, acreditar, lutar e veremos tudo por outro ângulo. Confesso que sofro de um trastorno, que falarei depois a respeito em outra postagem. Melhoro com a fé, com os pensamentos bons, terapias musicais. Sou feliz e tenho momentos de trsiteza, desabafo, prefiro pensar assim.
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Assista o Big Brother Ao Vivo Aqui no Mulher Diferente, logo abaixo das postagens.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Técnicas irresistíveis para enlouquecê-lo

A pedido da querida amiga-leitora July Lira, faço mais uma postagem com dicas sobre sexo.

Não é de hoje que sabemos que criatividade é tudo quando se trata de sexo, principalmente quando o relacionamento anda frio ou até mesmo morno. É preciso treinar para chegar a perfeição. Mas algumas teorias ajudam bastante na hora H. Conheço um livro super bacana chamado: "203 maneiras de enlouquecer um homem na cama" (Ediouro). O livro dá dicas e estratégias para incendiar o ambiente entre quatro paredes (ou não) e apimentar a relação.
- O segredo não está no encanto ou na técnica, mas na falta de medo de revelar sua mais verdadeira feminilidade - afirma a autora.
Algumas das tecnicas deixo-as aqui no blog para você já ir fazendo um aquecimento com o seu amado.

"O poder do elogio"
Tanto na cama como fora dela, Cleópatra louvava constantemente a sabedoria, a eficiência e a piedade de César, lhe dizendo: "O mundo, tirando você, está cheio de homens pequenos". Descubra maneiras de fazer com que o seu homem se sinta bem durante o dia e ampare seu frágil ego masculino à noite, elogiando sua firmeza, tamanho, força e o jeito dele te enlouquecer de desejo.

"Beleza radiante"
O poder atrai as mulheres, a beleza atrai os homens. Descubra então o que te faz sentir bonita e acende o seu brilho interior. Desta forma, quando conhecer e amar quem realmente é, você será mais do que bonita: emitirá esplendor - o magnetismo sexual feminino na sua forma mais potente.

"A deusa do chuveiro"
Surpreenda-o entrando no chuveiro quando ele estiver tomando banho, usando uma roupa íntima de fino algodão ou uma camisola de seda. O tecido molhado e colante fará você se sentir sexy.

"Cinta-liga"
Tida por 80% dos homens como a peça de roupa mais excitante que uma mulher pode usar, de acordo com uma pesquisa sobre preferências sexuais, a cinta-liga é uma arma sexual letal. Usar secretamente uma embaixo do seu terninho de executiva vai fazer com que você ande de forma diferente - e se sinta mais feminina e sedutora, e mais perversa.

"Estrela pornô"
Vejam um filme pornô juntos e depois assumam os papéis dos personagens na cena mias quente com o objetivo de reproduzi-la.

"Dirty dancing"
É quase impossível que algum homem resista à combinação de roupas sexy e um bom rebolado. Usando um longo colar de pérolas ou um leque de penas como seu gatilho da paixão, deixe a sua dançarina exótica vir à tona de vez em quando para uma performance. Se você fica nervosa nessas situações, treine pela primeira vez em frente a um ursinho de pelúcia.

"Máscara"
Pegue aquela máscara de carnaval e vá para a cama usando ela. Tal acessório dará um toque de mistério, de perigoso encanto e de devassa liberdade.

"Aprenda a linguagem dele"
As mulheres gostam de conversar, mas os homens reagem mais ao toque. Com a maioria deles, uma carícia sensual fala mais alto do que mil palavras. Aperte o braço do seu homem quando estiver passando por ele, acaricie o rosto do seu amante com os dedos antes de lhe dizer algo importante. Você vai sensibilizar a pele, amolecer o coração e abrir os ouvidos do seu amante.

"Olhos vendados"
Um truque que é habilmente usado por algumas dominatrixes profissionais é vendar (e quem sabe amarrar) um homem antes dela se despir. Desse jeito, ele sabe, e pode sentir, que ela está nua; mas o fato de não poder ver de fato a sua carne exposta pode levá-lo deliciosamente à loucura.

"Inspire-o"
Em vez de querer que ele seja alguém que não é, inspire-o a ser mais ele. Acredite no seu homem. Pressinta grandeza em seus atos. Seja tão feminina, tão linda, tão macia, tão sensível e inteligente que assim você acenderá o desejo dele para se tornar homem o bastante para te ganhar. Provoque a imaginação do seu companheiro, que conseqüentemente descobrirá maneiras originais de te agradar.

Para download do livro, clique AQUI
Ps: Estou curtindo muito minha familia e amigos na Bahia. Aqui só alegria, graças a Deus! O maridão tem adorado muito também! Peço desculpas pela ausência, mas logo voltarei com as postagens e acompanhamentos dos blogs de vocês. Um beijo carinhoso.

domingo, 5 de outubro de 2008

Faça seu namorado pirar na cama!

Vocês estão namorando há um bom tempo, mas as coisas não são mais como antes, principalmente quando o assunto é SEXO! Você já começa a se perguntar: "será que ele não sente mais tesão por mim? Será que eu não estou sabendo fazer do jeito que ele gosta?".
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A estudante de pedagogia Flávia, 23 anos, namora há quatro anos e vem sentindo esta dúvida. “Quando eu e meu namorado fazemos amor é muito bom, mas parece que ele não se entrega mais como antes, caiu na 'mesmice' de sempre. No final sempre vem na minha cabeça que ele não gosta mais de transar comigo”. O que Flávia não sabe é que isso é normal acontecer nos relacionamentos e que nós precisamos mudar e fazer tudo sempre ficar mais divertido.
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Conversamos com a educadora sexual Maria Helena Vilela, que disse que para tentar reverter essa situação é preciso atitude. “Não existe uma fórmula mágica para esquentar o sexo. É necessário um interesse em querer melhorar. Se a garota está em busca de novidades, é sempre legal fazer algo diferente”. Quem sabe se vocês forem passear em um sex shop ele não revela algum interesse ou fantasia sexual? Além disso, lá vocês podem encontrar várias brincadeirinhas e quem sabe despertar algo que está escondido.
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Construa um personagem e perca a vergonha! Talvez, tenha chegado a hora de comprar aquela lingerie bem bonita para agradar o namoradão? Fazer um strip-tease pode ser uma coisa que nunca passou pela sua cabeça, mas às vezes a encenação pode ficar tão divertida que o seu amor pode entrar na sua e tirar a roupa, cheio de sensualidade, pra você também.
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Para os marmanjos que estão lendo essa matéria e imaginando suas namoradas lá, todas bonitonas, tá na hora de acordar! Vocês também podem fazer a diferença e deixar a gata se derreter ainda mais. Criatividade é fundamental! Já imaginou deixar sua cama coberta com pétalas de rosas vermelhas? Ou fazer aquela massagem com um óleo bem cheiroso no corpo dela inteirinho? Além de excitar sua parceira você vai ficar muito mais animado.
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Mas a gente não pode esquecer o essencial: conhecer o seu corpo e o do seu namorado. Saber quais são os limites que cada um tem é importante antes de tomar qualquer decisão. Não adianta nada o cara comprar uma fantasia erótica para a namorada, sendo que ela já demonstrou várias vezes que nunca colocaria algo do tipo. Mostre ao seu namorado do que você gosta e do jeito que você quer. Pode ser mais fácil e muito mais prazeroso para os dois, além da harmonia ser muito melhor.
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Ana Cordeiro
Fonte: Virgula

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

À Bunda

Olha, desta vez você passou das medidas. Só não boto você para fora, agora, porque é a sua cara dar escândalo.
Estou cheia de você atrás de mim o tempo todo. Fica se fazendo de fofa, enquanto, pelas minhas costas, chama a atenção de todo mundo para meus defeitos.
Você está redondamente enganada se pensa que eu vou me rebaixar ao seu nível – o que vem de baixo não me atinge. Mas faço questão de desancar essa sua pose empinada.
Por que nunca encara as coisas de frente?
Fica parecendo que tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber?Você é, e sempre foi, um peso na minha existência – cada papel que me fez passar... Diz-se sensível e profunda, mas está sempre voltada para aquilo que já aconteceu. Tenho vergonha de apresentar você às pessoas, sabia?
Por que você nunca encara as coisas de frente, bunda? Fica parecendo que, no fundo, tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber? O que há por trás de todo esse silêncio?
Você diz que está dividida e que eu preciso ver os dois lados da questão. Ora, seja mais firme, deixe de balançar nas suas posições.
Longe de mim querer me meter na sua vida privada, mas a impressão que dá é que você não se enxerga. Porque está longe de ter nascido virada para a lua e costuma se comportar como se fosse o centro das atenções.
Bunda, você mora de fundos, num lugar abafado. Nunca sai para dar uma volta, nunca toma um sol, nunca respira um ar puro. Vive enfurnada, sem o mínimo contato com a natureza. O máximo que se permite é aparecer numa praia de vez em quando.
Não é de admirar que esteja sempre por baixo. Tentei levar você para fazer ginástica, querendo deixar você mais para cima, mas fingiu que não escutou.Saiba que você não é mais aquela, diria até que anda meio caída. E vai ter que rebolar para mexer comigo, de novo, da maneira que mexia.
Lembro do tempo em que eu, desbundada, sonhava em ter um pouquinho mais de você. Agora, acho que o que temos já está de bom tamanho. E, pensando bem, é melhor pararmos por aqui antes que uma de nós acabe machucada.
Sei que qualquer coisinha deixa você balançada, então não vou expor suas duas faces em público. Mas fique sabendo que, se você aparecer, constrangendo-me diante de outras pessoas, levarei seu caso ao doutor Albuquerque*.
Lamento, isso dói mais em mim do que em você, mas você merece o chute que estou lhe dando. Duplamente decepcionada. (Fernanda Young)
* A colunista refere-se ao cirurgião plástico Pedro Albuquerque, de São Paulo.


Só a Fernanda Young mesmo pra narrar um texto inteligente como esse. Afff minha bunda sempre chamou muito atenção. Então era apelidos por toda parte, no colégio, no trabalho, na academia, na rua... Um dia um cara que eu nunca tinha visto na vida, veio me perguntar na academia se eu só malhava bunda. Fiquei pasma e respondi: - claro que não! Alias, você me ver malhando bunda? Pois é caro leitores, só faço exercicios de leve com ela, porque o medo é grande de ficar uma melancia rsss. Mas ainda bem que a lei da gravidade ainda não chegou, está toda redonda e em cima. O maridão que o diga rsss.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Normose

A Lili do Blog Bagulhetes recebeu por email esse texto e como concordei, posto aqui para vocês. Vale a pena ler e reler pra nunca esquecer.

O professor Hermógenes em entrevista concedida, disse que o ser humano está sofrendo de NORMOSE, uma palavra inventada por ele mesmo. Ele explica que normose é a doença de ser normal, onde todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem sucedido. Quem não se “normaliza” acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos permitindo ter tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem.
Nenhum João, Zé ou Ana bate em sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quanto quilos até o verão chegar?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras corretamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofre demais. Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
Por isso que eu digo: "Ser normal pode ser conveniente, mas ser louco é ser muito mais feliz!" Muito mais viu?

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

SE O AMANHÃ NÃO VIER...

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e chamaria de volta, pra abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer "Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, eu não pensaria: "Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
A gente sempre acredita que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, corresão de rumos ou dizer um para o outro: "Eu te amo".
O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho...
Hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo dela.
Então, abrace seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: me desculpe, por favor, me perdoe, obrigado, ou ainda, não foi nada, está tudo bem.Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje, pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.
(Carta do esposo de uma das aeromoças, que morreu no acidente da Gol no Mato Grosso)
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Pensar na morte, nos faz pensar muitas coisas. Só não sabemos direito que a vida passa tão rápida e que hoje estamos aqui e amanhã podemos não está. Deixamos muita coisa pro amanhã e esquecemos de viver o agora.
A frase de entrada no blog diz: "Hoje é o primeiro dia, do resto da minha vida."
E tento fazer isso, tento resolver logo as pendências. Acredita que tenho medo das brigas, das magoas, por conta que algo que possa acontecer e marcado ficou? Acho que a vida sem mim continuaria do mesmo jeito rss Não mudaria muita coisa, algumas tristezas, saudades, mas logo todo ficaria no devido lugar. Mas procuro viver de um modo que eu faça a diferença.

Tem um texto que diz:
“Quando você nasceu, você estava chorando e todos as pessoas ao seu redor estavam sorrindo. Viva de um modo que ao morrer, você seja aquele que esteja sorrindo enquanto todos a sua volta estejam chorando.” (Autor desconhecido)

sábado, 6 de setembro de 2008

Cagadas Acontecem

No mundo de hoje, onde a eficiência e a competitividade são valores categóricos, nada pode ser mais assustador do que pagar mico.
Haveria mais felicidade se as pessoas se cobrassem menos e aceitassem mais suas falhas, medos e inseguranças.
Podemos nos permitir pagar tantos micos. É necessário libertarmos a criança que existe em nós.
“Quando crescemos, tendemos a adotar uma postura profissional rígida e séria. Matamos aquela criança alegre, livre - e por isso mais propensa à criatividade - que existe em nós para nos enquadrarmos no sistema do mercado”. (Regina Araujo)
Pagar mico é também uma oportunidade de aproveitar situações imprevistas para ressaltarmos nossa individualidade e originalidade. “Quando pagamos micos, somos nós mesmos, sem máscaras, sem códigos e sem qualquer possibilidade de aplicar fórmulas”. Pagar mico, além de ajudar a nossa própria aceitação, faz bem à saúde. Um bom mico sempre provoca boas gargalhadas – sejam as alheias ou as suas próprias. O riso e o bom humor são ações integrantes de uma saúde plena. Sorrir ativa regiões do cérebro vinculadas ao bem-estar e melhoram assim a capacidade imunológica. Já descobriram até que sorrir reforça o coração, um músculo. Ao rirmos, também oxigenamos o sangue e o cérebro.

Tenho um comportamento despojado, sou solta demais, faladeira, alegre... Acho que por isso q
ue já passei muitos apuros, paguei muitos micos.
Já cai na frente de todo mundo; bati moto de uma amiga; queimei um filme fotográfico de um cliente, que usaria as fotos pra trabalho; peguei ônibus errado e fiquei mais de 45 minutos rodando no ônibus com duas tias de outra cidade; rolava duas festas na mesma rua, daí entrei na festa errada; dei gargalhada de piadas que só eu achei graça e quando percebi, todos estavam sorrindo de mim; e uma vez fiquei conversando com uma pessoa, achando que era outra; fora os micos quando alcoolizada.

- Contarei agora duas cagadas master's rsss.

* Certo dia eu estava escutando meu programa de rádio preferido. Quase todos os dias o locutor mandava um alô pra mim, mesmo sem eu ligar. Resolvi ligar pra dar um alô e marcar presença. Quando desliguei o telefone, meu amigo Fabinho ligou pra mim. Colocou na linha mais 3 pessoas. Na conferencia telefônica só se escutava histórias, brincadeiras e riamos muito. Eu continuei a ouvir o programa, até que entrou as propagandas e o locutor começou a falar. Eu virei pra galera no telefone e disse: - Espera pessoal, o Beto vai falar meu nome, quero ver o que ele vai falar. Beto falou o nome de ciclano, beltrano, fulano e nada do meu nome... e eu dizia pra galera: - ele vai falar, ele sempre fala e hoje que eu liguei então. Os oferecimentos acabaram, começou a música e o Beto não falou. Nesse momento, todos mudos na linha e eu falava: - alô! Alô? Ei gente... A galera gritou: - Quac quac quac quacc (barulho do pato). Que micooo! Deus do céu. Aproveito pra mandar beijos pra essa galera: Fabinho, Glauber, Renatinho e Rogério.

* Certa vez na época do Colegial, estava eu e mais dois colegas conversando. Um deles se chama Daniel. Conversa vai e conversa vem, começamos a falar sobre João, um amigo nosso. E eu continuei a falar: - Sim, falar em João fiquei sabendo que ele está ficando com uma menina horrorosa. Me disseram que a voz dela é nojenta, que ela é magrela e fiz uma expressão com o rosto mostrando como era a garota. Daniel perguntou: Quem é essa menina? Eu respondi: - Uma tal de Luciana Duarte. O mesmo menino falou: - Luciana Duarte? É minha irmã. Ela está com ele mesmo.
Caraca, naquele momento eu queria enfiar minha cabeça no chão, me senti o ultimo biscoito do pacotinho prestes a ser comida. Dai falei toda pálida, sorrindo de lado e gaguejando: - suuuaa iirmã? Assim só falei o que fiquei sabendo, nem a conheço. Desculpa ai.
O outro menino sorriu e Daniel saiu. E o pior gente, é que eu iria falar mais coisas, historinhas dela com outros caras e tals. Graças a Deus ele falou logo que era irmã dele. Mas a situação mais constrangedora eu ainda não contei. Depois da cagada feita, vocês acreditam que dois meses depois ele me apresentou a irmã, na maior cara de pau em uma festa? Pois é, ela já estava sabendo de tudo e me tratou na maior frieza, sorrindo, debochando da minha cara. E eu novamente querendo enfiar minha cara no chão. Cagadas acontecem! rsss Quem nunca pagou um mico, que atire o primeiro gorila.
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Postagem inspirada no livro "A arte de pagar micos e king kongs - Viver sem culpa" de Regina Araújo. O livro apresenta uma coletânia de tipos de micos, muitos com os quais o leitor vai se identificar. É ilustrado com desenhos de Alex Ponciano. A autora do livro Regina Araújo diz: “Mais do que contar micos, gostaria de incentivar todos que temem o novo, o desafiador, o ridículo e a exposição a perceber que estas vivências do mundo fazem parte do enriquecimento de nossa experiência”. Ao se arriscar, você no mínimo sai da rotina. O que fazemos de diferente é o que marca nossas vidas. Aproveito para sugerir ao Governo Federal que adote o seguinte lema em suas campanhas: ‘O Ministério da Saúde adverte: pagar micos faz bem à saúde’.
AGORA É A VEZ DE VOCÊS. EXPONHAM SEUS MICOS PREFERIDOS NOS COMENTÁRIOS.