sábado, 21 de fevereiro de 2009

Transferência de culpa

“Por que algumas pessoas insistem em colocar a culpa dos problemas que acontecem em suas vidas nos outros, em vez de assumir a responsabilidade?”
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No começo do século 17, os habitantes da região italiana da Toscana já estavam se acostumando com as esquisitices de um sujeito chamado Galileu Galilei. Ele era bamba em matemática e física e andava obcecado por entender os mistérios do Universo. Uma passagem curiosa a seu respeito é aquela em que ele subia a torre inclinada de sua cidade natal, Pisa, e ficava jogando coisas de tamanhos e formas diferentes, tentando entender por que e como caíam. Diz a lenda que, após uma dessas experiências, Galileu observava pensativo os restos de um ovo estatelado na calçada da praça dos Milagres quando foi interpelado por uma velhinha que lhe perguntou o que estava fazendo. “Estou tentando entender por que este ovo caiu da torre”, disse ele. “Eu sei por que ele caiu”, emendou a mulher. “Porque você o soltou.”
Essa história engraçada coloca juntas as duas causas que costumam desencadear os fatos da natureza e também da vida humana: a causa que determina e a causa que predispõe. O que determinou a queda do ovo foi a ação da gravidade; o que permitiu que isso acontecesse foi o fato de Galileu ter aberto a mão e soltado o ovo. Da mesma maneira, sempre há uma causa externa e uma causa interna para os fenômenos que acompanham a vida humana. O correto é dar crédito merecido a ambos os fatores, mas nós temos uma imensa tendência a valorizar um e minimizar o outro, de acordo com nossas conveniências. Nossas conquistas costumamos atribuir às nossas virtudes; já nossos fracassos não têm nada a ver com nossos defeitos, e sim com fatos alheios a nós, verdadeiras traições do destino.
Na semana em que escrevi este artigo, pude observar pelo menos três fatos que ilustram bem essa tendência de autopreservação: um querido amigo chegou com uma hora de atraso a um compromisso que tinha comigo e, após cumprimentar-me, passou a culpar o trânsito por seu atraso, e não sua já conhecida e folclórica despreocupação com os horários e com o tempo dos demais. Outro, investidor da Bolsa da Valores, perdeu dinheiro com a dança dos números e imediatamente atribuiu o prejuizo à “mão invisível do mercado” e não a sua análise incorreta das tendências. Nesses acontecimentos, eu fui o espectador, mas há pelo menos um em que fui o grande protagonista. Estou entregando este artigo com atraso e, quando a equipe de VIDA SIMPLES me ligou, suavemente, cobrando, eu comecei logo a dizer que ainda não tinha entregue porque estava viajando, os aviões andam atrasados, o excesso de trabalho estava me matando etc. etc. É o mesmo que dizer: “A culpa não é minha. A culpa é de minha vida, e eu não tenho controle sobre ela”. Pode?

Você é meu inferno
Cada pessoa tem seus próprios planos na vida. Para realizá-los, vai executando ações que modificam o mundo a seu favor. Até aí, tudo bem. O problema é que todos fazemos isso e, claro, sempre haverá a possibilidade de que aquilo que alguém faça para atingir seus objetivos entre em conflito com o projeto de outra pessoa. É por isso que o filósofo Sartre dizia que “o inferno são os outros”. Mesmo levando em consideração o mau humor do existencialista francês, temos que aceitar que ele tinha lá alguma razão, mas também não podemos deixar de atribuir a esse pensamento uma carga de transferência de responsabilidade. Às vezes as pessoas criam seus infernos particulares e atribuem a autoria a outrem.
Todos já vivemos situações em que foram as atitudes de alguém ¬ o namorado, o chefe ou o presidente da República ¬ que acenderam o fogo da panela de pressão de nossa paciência. Ok, concordo! Mas muitas vezes fomos nós mesmos que riscamos o fósforo, e os outros apenas entraram com a palha seca. Ou vice-versa.
Ninguém está livre de ter esse comportamento transferidor de responsabilidade. O problema é que ele pode se transformar em um padrão. Quem jamais, ou quase nunca, admite ter construído seus insucessos, carrega consigo os sentimentos de frustração, de impotência e de injustiça. Frustração porque vê seus planos falharem. Impotência porque, como não se atribui a culpa, sente-se incapaz de agir sobre seu próprio destino. Injustiça porque não se considera merecedor do infortúnio, uma vez que, em sua opinião, não é ele o autor do mesmo.
A psicologia, que está sempre buscando explicar o comportamento humano, cunhou a expressão “projeção” para explicar essa tendência de transferir responsabilidades que todos temos, em graus variados. E colocou a projeção em um grupo de comportamentos chamados “mecanismos de defesa”. A parte da estrutura psicológica chamada ego muitas vezes recusa-se a reconhecer impulsos de seu vizinho, o id. Essa é a parte da mente humana mais primitiva, regida pelo impulso do prazer, e que busca a satisfação imediata das necessidades e o apaziguamento das tensões. Obedecendo a esses impulsos primitivos, muitas vezes fazemos coisas, ou deixamos de fazer, que nossa própria moral reprovaria. É quando entra o ego, que é regido pelo princípio da realidade.
Quando adultos, não podemos mais simplesmente cair no choro e sapatear quando somos contrariados ou repreendidos. As crianças fazem isso porque são comandadas pelo id. Nos adultos, o ego assume o comando e a responsabilidade. Entretanto, às vezes o golpe é muito forte para um ego ainda não totalmente estruturado. Nesse caso, ele projeta a culpa para fora de si, isentando-se e, claro, incriminando alguém. Freud explicou!

Inocente ou impotente?
Dizem que essa tendência de transferir responsabilidades é maior entre nós, latinos. O economista argentino Fredy Kofman, que é professor nos Estados Unidos, observou isso, e comenta que se interessou pelo assunto quando seu filho de 5 anos um dia dirigiu-se a ele dando origem a um diálogo bizarro, mas pra lá de esclarecedor:
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— Pai, sabe aquele carrinho que você me deu ontem?
— Sim, o que tem ele?
— Pois é, pai. Ele quebrou.
— Como assim? Ele se quebrou sozinho? Então ele cometeu suicídio?
— Foi, pai. Bem diante de meus olhos. Foi horrível!
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Pense em quantas vezes você mesmo, como o pequeno protagonista da história, transferiu a responsabilidade até para objetos inanimados. Eu, pessoalmente, tenho vários episódios, confesso. Quando estudei nos Estados Unidos, ainda muito jovem, consegui comprar um carro, um pequeno e econômico Ford Pinto. Certa vez, em uma das muitas freeways californianas, o valente carrinho de repente começou a tossir, sacudir-se todo, até que acabou parando. Motivo? Falta de gasolina. Maldição!, disse eu, sem saber exatamente a quem estava dirigindo o impropério.
Em menos de dois minutos um carro da polícia encostava ao meu lado, e quando o policial perguntou o motivo de estar parado em lugar proibido, eu disse algo como: “Eu não tive culpa. A gasolina acabou”. “Então de quem é a culpa?”, respondeu o agente da lei por trás de seus óculos escuros. Ele fez três coisas. A primeira deu-me alívio, a segunda vergonha e a terceira, prejuízo: levou-me até um posto de serviços para que eu providenciasse o combustível, passou-me uma descompostura por meu ato imprevidente de entrar numa freeway sem verificar o combustível e aplicou-me uma imensa multa.
Durante muito tempo eu me envergonhei do acontecido. Hoje o encaro como um imenso aprendizado. Naquele momento eu me achava inocente. Na verdade eu estava impotente. Aliás, esse é o preço da inocência ¬ a impotência. Se você deseja ter sua vida sob controle, o preço é outro ¬ a responsabilidade.
Transferir a responsabilidade aos outros traz um falso conforto momentâneo. Uma análise mais cuidadosa de qualquer acontecimento negativo em nossa vida sempre vai salientar nossa participação ativa no episódio. Muito mais do que gostaríamos de admitir. Seu namorado a deixou porque ele é um crápula ou porque você não investiu na relação nem em você mesma? O emprego não aparece porque o mercado de trabalho está ruim ou porque seu currículo não ajuda? Você não passou no vestibular porque a concorrência era muito grande ou porque você não estudou o suficiente?
É claro que sempre há, lembre-se, os fatores determinantes e os predisponentes a qualquer acontecimento. Pode ser que um fator determinante esteja fora de você, mas que você ajudou com um ou mais fatores predisponentes, isso lá você ajudou. Confesse! É verdade que o mercado está ruim, mas também é verdade que seu currículo não está ajudando. É real que o vestibular é difícil e concorrido, mas é ainda mais real que você não se preparou o suficiente. Todos sabem que os rapazes são inconstantes, mas todos sabem também que ele não foi estimulado a permanecer na relação com você, pela maneira como você se cuida e pela maneira como você o tratava. Só que ninguém diz nada.

Confessando as culpas
Em Québec, no Canadá, o jovem Otto cometeu um assassinato. Escondeu de todos, mas confessou o crime ao padre Michael Logan. Este guarda o segredo. Só que o inspetor Larrue, no decorrer das investigações, encontra indícios que incriminam o próprio padre, que é preso e encaminhado a julgamento.
Esse é o enredo de I Confess, um dos filmes menos conhecidos de Alfred Hitchcock. Bem ao gosto do velho cineasta, o filme mistura suspense com drama psicológico. Durante uma entrevista, em 1954, Hitchcock dizia que não havia gostado do resultado do filme, quando então foi interrompido pelo crítico André Bazin, que lhe disse ter percebido no filme essa forte característica humana de transferir a culpa para evitar a dor. O cineasta então se desconcertou e se surpreendeu com essa marca psicológica que ele mesmo não havia percebido em sua obra, a ponto de passar a usá-la outras vezes, como nos filmes Cortina Rasgada e Janela Indiscreta, outras de suas produções geniais.
No fim do filme, Otto confessa seu crime. É o que acontece com todos nós que, mais cedo ou mais tarde, acabamos confessando nossas culpas, culpinhas ou culponas. E não as confessamos, necessariamente, para os outros, e sim para nós mesmos, que é o que mais interessa ao nosso crescimento pessoal.

Por Eugenio Mussak
Fonte:
Vida Simples
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Ps: Meu pai vive fazendo as coisas e colocando a culpa nos outros. É incrivel! Ele quebra um copo e a culpa foi da pessoa que colocou na ponta. Se trai minha mãe, a culpa é dela que não está sendo uma boa companheira. É cada uma!
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Para quem curte ficar em casa como eu e para quem curte o festão, um bom carnaval!
Façam SEXO, mas com CAMISINHA. BEBAM, mas não DIRIJAM. BRINQUEM, mas não BRIGUEM.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Franqueza e bla blas...

"A franqueza não consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar tudo o que se diz." (Victor Hugo)

Falo bastante, sou bem animada, amo conversar. Claro que não sou daquelas que não deixo ninguém falar, dou a vez. Mas teve uma época que eu passava o dia sozinha e quando encontrava pessoas só queria gastar as palavras. O mal é que voltei a ficar mais vezes sozinha, mas como estou morando em uma cidade nova, ainda em adaptação, conhecendo pessoas, fico pesada pra conversar e acabo não falando muito.
Meus pais são falantes, na Bahia a maioria das pessoas falam muito e são meio nervosos pra conversar e eu não fico atrás, sou assim também. O bom é que são assuntos aproveitáveis e não gosto de falar da vida alheia. Mas claro que incomodo muita gente, por falar muito hehe
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Por obsequio, sou muito franca! O pior é que quanto mais intimidade eu tenho com a pessoa, mais franca eu sou. Por ser franca, acabo magoando as pessoas que mais gosto. Sinceridade, franqueza e verdade caminham juntas. Claro que tudo deve ser com cautela, mas às vezes acabo exagerando. Já postei certa vez sobre mentira e dessa vez gostaria de dizer que mentira, falsidade e desonestidade caminham juntas. Mas é preciso ser humilde quando se é franco. Costumo dizer que o orgulho é o avesso da humildade. Sou defensora da humildade e acima de tudo é preciso ser humilde. Humilde pra amar, chorar, sorrir, conversar, ver... Tento conciliar a fala, a franqueza com minha humildade.
E quando chora? Sou mais franca ainda. Dizem que a lágrima é sinônimo de fraqueza, não acho! Acho que chorar é sinônimo de fortaleza. Não somos fracos quando choramos e sim francos com nós mesmos. Quando nos desmanchamos em lágrimas, é um desabafo, e a maioria das pessoas se sentem muito bem e ainda mais fortes.Estou falando sobre conversas, franqueza, bla blas, porque não tenho agüentado as coisas que tenho visto e escutado. Não estou colocando a boca no trombone, mas tenho deixado claro as coisas que não gosto.

Sou tão difícil de convivência rssss. Tem dia que acordo ótima, tem dias que acordo pra matar. Sou sistemática, não gosto de pessoas me visitando todos os dias, não gosto que terceiros opinem sobre minha vida a não ser que eu  as perguntem... Aqui no blog por exemplo, a porta  esta  aberta para todos vocês leitores.
Tenho ficado bastante irritada por estar morando perto dos meus sogros. Tem pessoas que vão na nossa casa,  mais pra observar tudo, falam o que veem, colocam olho grande, opinam demais, e fora que gosto de ter meu canto, gosto de ficar afastada, gosto de ficar na intimidade no meu lar. Não é porque meu esposo está morando na mesma cidade que os pais, que eles devem vim aqui todos os dias ou necessariamente uma vez na semana. Meus vizinhos por exemplo; reclamam porque vivo de porta fechada. Qual é meu? As casas já são todas coladas, escutam tudo, ainda querem  ver  e opinar? Santa paciência! Ah, ta  nem falei, moramos em uma vila militar, todos sabem da vida de todos e eles sempre procuram tudo, adivinham o que estamos fazendo em casa, essas coisas, mas são todos gente booa! Já deixei claro como gosto de viver e eles "parecem" entender.
Mas voltando a falar sobre meus sogros: minha sogra, tudo ela dramatiza, tudo ela quer precisar do filho, e é porque tem mais 2 filhos. E ficam dramatizando dizendo que meu esposo não dá mais atenção a eles, vixe é só o começo. O pior mesmo é não querer que o filho passe em um concurso melhor, só porque não quer  que o filho vá pra outra cidade. Meu esposo sendo formado em direito, tem pós graduação, OAB e continua bombeiro sem ao menos poder assinar como advogado por ser militar. Pais, tem que torcer para os filhos serem felizes, não importa aonde.
Assim não dá pow, larguei toda minha vida, emprego, meus amigos, minha família, meu lar, pra casar, pra ficar com o homem que amo... Daí essa concorrência toda, esse ciúme todo, tanta besteira. Só brasileiro tem essa mania de “família”, ah família. E no fundo nem valorizam porra de nada, pois família é a primeira a afundar a gente.
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Quando Deus falou com Abraão, para que ele levasse sua família para outro lugar, pois acabaria com a terra que ele estava. Deus deixou claro para ele, que a família que ele falava era Saara e não a parentada. E assim foi feito!
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Filhos não são nossos, temos que educar, amar, mas sabendo que eles não são propriedades nossa. Filhos são do mundo! Deus deixou a gente aqui pra acasalarmos e procriarmos.
Se não deu amor, educação antes, não adianta depois do filho adulto, formado, casado, querer voltar no tempo. Minha família está há mais de 2 mil km e meio longe de mim, fica tudo difícil e está grávida longe das pessoas que você ama, é um horror. A família do meu marido quer participar todos os problemas, como se nós fossemos culpados, ainda pedem para tentarmos resolve-los. Se fosse só isso, e o que procuram saber da nossa vida, afff, santa paciência! Estou pra chutar o pau da barraca, usar minha franqueza sem humildade nenhuma.
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É, caros amigos, ainda bem que tenho esse espaço para desabafar e ler os comentários de vocês, graças a Deus isso ajuda bastante. Vocês são meus amigos virtuais aos quais valorizo e muito.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Depressão x Tristeza

"A agitação, instabilidade da vida moderna, movida de estressores, muitas vezes trazem sentimentos de desânimo e impotência diante das exigências da vida. Assim trazendo, a falta de tempo para fazer as tarefas comuns da vida diária, a dificuldade em conciliar trabalho e cuidados com a saúde, horário para lazer, planejamento familiar, dívidas ou mesmo com a estética corporal... Esses e outros motivos podem causar sentimentos ruins de tristeza que costumam até ser confundidos com a depressão, trazendo assim uma certa preocupação."

A diferença entre a tristeza e depressão:
Isso passa, é só uma fase. É bom que passe mesmo. A tristeza é um sentimento momentâneo, considerado saudável e até importante pelos médicos. Ajuda na elaboração das perdas, ou sofrimentos ocasionais. As pessoas atingidas pela ocorrência de perdas, do emprego ou de entes queridos, atravessam uma fase de sofrimento e angústia, que pode se prolongar por um
determinado período de tempo (cerca de 2 meses), mas esse quadro vai se atenuando e paulatinamente a vida vai retomando o ritmo normal.

Agora, se a tristeza não passa, e começam a surgir sentimentos de apatia, indiferença, desesperança, falta de perspectivas ou prazer pela vida, saiba que esse é um sintoma claro de depressão. Os sintomas podem aparecer ou desaparecer de maneira sutil e quase imperceptível, mas é importante saber que eles podem voltar e depressão é doença séria e assim deve ser tratada. A depressão é uma doença recorrente e crônica.

Pesquisas da OMS revelam que os indivíduos que vivem um episódio depressivo, têm 50% de probabilidade de Ter o segundo. Para os que passam por um segundo episódio, a probabilidade de Ter um terceiro aumenta para 75%, e quem chegou ao terceiro, corre
o risco 90% maior de sofrer uma Quarta crise depressiva. Calcula-se que cerca de 20% da população mundial enfrentará esse problema em um dado momento da vida. A doença atinge crianças, adolescentes e adultos, sendo verificada uma incidência duas vezes maior em mulheres na faixa dos 20 aos 40 anos.
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Pode ser leve, moderada ou grave
A depressão encontra-se classificada no Grupo das Doenças Afetivas, ou seja, aquelas que tem uma evolução cíclica, em que se alternam períodos depressivos com fases de absoluta sanidade. Ao contrário do que se possa pensar, essa não é uma doença moderna. Hipócrates, considerado o pai da Medicina, descreveu seis doenças mentais, dentre elas a depressão, há aproximadamente 400 AC. Os sintomas podem se manifestar de uma forma branda, e é comum o paciente procurar um clínico-geral, acreditando estar com falta de vitaminas ou alguma doença mais grave.

Outros, simplesmente acreditam ser apenas mais uma "fase ruim" e não procuram ajuda, agravando ainda mais o problema.
Indivíduos apresentando quadros leves, raramente procuram tratamento.

É comum o paciente ser conduzido ao médico por familiares, contra a sua vontade. A pessoa alega estar se sentindo bem, mas a família percebe que ela apresenta comportamentos estranhos não compatíveis com os usuais. Para classificar a depressão, é importante, observar a intensidade dos sintomas. A caracterização desse distúrbio psíquico se dá pela ocorrência de pelo menos cinco deles num prazo mínimo de duas semanas: ansiedade, diminuição da libido, dificuldade de concentração, fadiga constante, sensação de desânimo, inquietação e irritabilidade, perda ou excesso de apetite, insônia ou sonolência excessiva, tristeza persistente, perda de interesse por atividades prazerosas, sentimentos de culpa, auto-desvalorização e pessimismo, idéias de morte ou de suicídio e ainda dores de cabeça ou distúrbios digestivos que não respondem a tratamento.

Sintomas isolados, ou mesmo conjuntos de sintomas devem ser examinados cuidadosamente para se evitar a realização de diagnósticos imprecisos ou questionáveis. Existem casos de dores crônicas, em que o paciente, após inúmeros exames que se mostram normais, melhora com o tratamento antidepressivo adequado.


As várias causas da doença:
Os vários fatores que podem desencadear uma doença afetiva ainda são um mistério para a medicina. A tentativa de descobrir o que desencadeia a depressão, cientistas se empenham em desvendar as possíveis implicações genéticas, a estrutura cerebral, e a relação entre os mecanismos químicos do cérebro com as alterações psíquicas decorrentes de perdas. Na década de 60, os pesquisadores acreditavam que o problema estaria na falta de neurotransmissores no cérebro de pessoas deprimidas. Sabe-se que algumas substâncias químicas que permitem a comunicação celular no cérebro (neurotransmissores), como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina, são responsáveis por uma espécie de regulagem das emoções.

Os antidepressivos foram criados para repor a falta dessas substâncias, mas os cientistas perceberam que mesmo que o medicamento aumente os níveis dessas substâncias pouco tempo após ser ingerido, só começa a fazer efeito, na maioria dos casos, após duas semanas de uso. A causa da depressão não seria então decorrente apenas da falta de neurotransmissores, mas
também de um desajuste na comunicação das células nervosas e esse tempo de suas semanas seria necessário para um acerto no sistema que envolve os neurotransmissores. Uma outra possibilidade seria a determinação genética, através de transmissão
hereditária e estaria ligada ao cromossomo X. os homens possuem somente um desses cromossomos, já as mulheres tem dois, portanto, teriam duas vezes mais chances de ficar deprimidas, o que justificaria o alto índice da doença no meio feminino.
Estudos mostram que se um dos pais apresenta o distúrbio, há 27% de possibilidade de que algum de seus filhos venha a apresentar a doença, esse numero sobe para entre 50% e 75%, quando ambos os pais apresentam o problema. Doenças cardiovasculares, disfunções hormonais e da tireóide, distúrbios neurológicos e principalmente o câncer, também podem desencadear crises depressivas, mas tratada a doença de base, a depressão desaparece. Cientistas pesquisam também a relação da doença com alterações metabólicas e estruturais do cérebro. Os deprimidos apresentam uma discreta diminuição de fluxo sangüíneo no cérebro e uma redução (4%) nos lobos frontais e nas estruturas subcorticais. Por último, mas não menos importante, estão os fatores psicossociais que não podem ser descartados. As perdas dos pais na infância, do cônjuge, ou mesmo do emprego na idade adulta, as traições (perdas de confiança), provocam alterações psíquicas que podem desencadear a doença.
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Tratamento:
O tratamento da depressão é estabelecido em função dos sintomas apresentados e da intensidade do quadro. A depressão pode evoluir como uma doença única ou Ter várias fases. Algumas pessoas têm vários episódios depressivos ao longo da vida. "Na realidade, os limites entre a depressão leve, moderada ou grave, são arbitrários. Considera-se depressão leve ou moderada, quando o paciente consegue executar algumas ou mesmo todas as suas atividades pessoais, mas para isso precisa fazer um esforço muito maior que o normal. Já nos quadros depressivos graves o indivíduo não consegue se alimentar, manter seus cuidados pessoais, a deterioração é progressiva, podendo levar à morte". Explica o Dr. Cordás. O tratamento ideal é
inicialmente farmacológico, mas de uma maneira geral, associado à medicação recomenda-se o acompanhamento psiquiátrico que além de fazer com que o paciente se sinta mais forte, ameniza a rejeição ao tratamento químico que pode durar anos.

Os antidepressivos se mostram eficazes em 75% a 90% dos casos, e a eficiência de todos é muito parecida, o que muda são os
efeitos colaterais, quem escolhe a melhor opção para cada caso é o especialista. Os gripos de antidepressivos mais conhecidos e mais utilizados são os tricíclicos (imipramina), ininbidores seletivos da recaptação de serotonina (paroxetina, fluoxetina, sertralina), inibidores de recaptação de noradrenalina e serotonina (venlafaxina) e inibidores irreversíveis da
monoamina-oxidase/IMAO (tranilcipromina). Na maior parte das ocorrências, depois de encontrar o remédio certo, os sintomas desaprecem em um ou dois meses, mas a medicação deve ser mantida por pelo menos seis meses, isto num caso de primeiro
episódio depressivo. Essa frequência tende a aumentar com a ocorrência de novos episódios, alguns critérios sugerem que a partir da ocorrência do terceiro episódio esta manutenção se prolongue por toda a vida.


Recomendações:
Medicamento antidepressivo não é produto cosmético, a ilusão da pílula da felicidade foi criada pela mídia. Isso é péssimo,
pois alguns tomam o remédio sem necessidade, mas o pior são aqueles que tomam o medicamento para mascarar graves problemas
pessoais. Remédio de depressão não vicia. Algumas pessoas abandonam o tratamento, assim que desaparecem os sintomas, com medo
de se tornarem dependentes do medicamento. Essa é uma atitude altamente prejudicial ao próprio paciente.

Consultoria: Dr. Táki Athanássios Cordás Diretor médico da Unidade, médico psiquiatra, Assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Mestre em Psiquiatria pelo Depto. De Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP.
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Certa vez ouvi um médico dizer: -É mais fácil tratar de um paciente com estado terminal, do que uma paciente depressivo.
Olha só, tratar, terminal. Gente, é preciso ter fé, acreditar, lutar e veremos tudo por outro ângulo. Confesso que sofro de um trastorno, que falarei depois a respeito em outra postagem. Melhoro com a fé, com os pensamentos bons, terapias musicais. Sou feliz e tenho momentos de trsiteza, desabafo, prefiro pensar assim.
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Assista o Big Brother Ao Vivo Aqui no Mulher Diferente, logo abaixo das postagens.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Traição, por que tanta preocupação?

"Traição é um dos temas mais complicados e que faz com que muitas pessoas não entendam o porquê da traição no relacionamento. A pergunta mais freqüente é “por que estar em um relacionamento se tem necessidade de trair?”. (Portal do Amor)
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Através do Feedjit e do Google Analystics, tenho percebido que as pessoas se preocupam demais com traição. Elas têm pesquisado muito e principalmente os homens.
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São mais ou menos assim as buscas: "traição da mulher", "qual o comportamento de uma pessoa q trai?", "comportamento da mulher que trai", "quando a mulher trai", "traição é covardia", "com quem mais a mulher trai", "como a mulher trai?", "como descobrir se a mulher trai", "como se comportar perante uma traição", "comportamento da mulher casada que trai" e muitas outras pesquisas relacionadas.
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Fico pensando: O que leva uma pessoa a duvidar, desconfiar que esteja sendo traído e ao invés de conversar seriamente com sua parceira, procurar na internet sobre o comportamento?
Pra começar eu não dormiria ao lado de alguém que não confio. E se está existe desconfianças, a relação está morrendo.
E eu que achava as mulheres mais obsessivas e ligadas nisso. Vejo que os homens estão bem mais preocupados. Eles estão bem preocupados com suas parceiras.
Mas por que hoje existe tanta desconfiança? Seria por causa do comportamento das mulheres de hoje? Tem uma postagem antiga que fiz relacionada a isso. Ou seria porque os homens são traidores por natureza e acham que todos mentem, desconfiam até a própria sombra?

Como estou toda embaralhada com as respostas, gostaria que vocês leitores me respondessem nos comentários.

Um grande beijo

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Técnicas irresistíveis para enlouquecê-lo

A pedido da querida amiga-leitora July Lira, faço mais uma postagem com dicas sobre sexo.

Não é de hoje que sabemos que criatividade é tudo quando se trata de sexo, principalmente quando o relacionamento anda frio ou até mesmo morno. É preciso treinar para chegar a perfeição. Mas algumas teorias ajudam bastante na hora H. Conheço um livro super bacana chamado: "203 maneiras de enlouquecer um homem na cama" (Ediouro). O livro dá dicas e estratégias para incendiar o ambiente entre quatro paredes (ou não) e apimentar a relação.
- O segredo não está no encanto ou na técnica, mas na falta de medo de revelar sua mais verdadeira feminilidade - afirma a autora.
Algumas das tecnicas deixo-as aqui no blog para você já ir fazendo um aquecimento com o seu amado.

"O poder do elogio"
Tanto na cama como fora dela, Cleópatra louvava constantemente a sabedoria, a eficiência e a piedade de César, lhe dizendo: "O mundo, tirando você, está cheio de homens pequenos". Descubra maneiras de fazer com que o seu homem se sinta bem durante o dia e ampare seu frágil ego masculino à noite, elogiando sua firmeza, tamanho, força e o jeito dele te enlouquecer de desejo.

"Beleza radiante"
O poder atrai as mulheres, a beleza atrai os homens. Descubra então o que te faz sentir bonita e acende o seu brilho interior. Desta forma, quando conhecer e amar quem realmente é, você será mais do que bonita: emitirá esplendor - o magnetismo sexual feminino na sua forma mais potente.

"A deusa do chuveiro"
Surpreenda-o entrando no chuveiro quando ele estiver tomando banho, usando uma roupa íntima de fino algodão ou uma camisola de seda. O tecido molhado e colante fará você se sentir sexy.

"Cinta-liga"
Tida por 80% dos homens como a peça de roupa mais excitante que uma mulher pode usar, de acordo com uma pesquisa sobre preferências sexuais, a cinta-liga é uma arma sexual letal. Usar secretamente uma embaixo do seu terninho de executiva vai fazer com que você ande de forma diferente - e se sinta mais feminina e sedutora, e mais perversa.

"Estrela pornô"
Vejam um filme pornô juntos e depois assumam os papéis dos personagens na cena mias quente com o objetivo de reproduzi-la.

"Dirty dancing"
É quase impossível que algum homem resista à combinação de roupas sexy e um bom rebolado. Usando um longo colar de pérolas ou um leque de penas como seu gatilho da paixão, deixe a sua dançarina exótica vir à tona de vez em quando para uma performance. Se você fica nervosa nessas situações, treine pela primeira vez em frente a um ursinho de pelúcia.

"Máscara"
Pegue aquela máscara de carnaval e vá para a cama usando ela. Tal acessório dará um toque de mistério, de perigoso encanto e de devassa liberdade.

"Aprenda a linguagem dele"
As mulheres gostam de conversar, mas os homens reagem mais ao toque. Com a maioria deles, uma carícia sensual fala mais alto do que mil palavras. Aperte o braço do seu homem quando estiver passando por ele, acaricie o rosto do seu amante com os dedos antes de lhe dizer algo importante. Você vai sensibilizar a pele, amolecer o coração e abrir os ouvidos do seu amante.

"Olhos vendados"
Um truque que é habilmente usado por algumas dominatrixes profissionais é vendar (e quem sabe amarrar) um homem antes dela se despir. Desse jeito, ele sabe, e pode sentir, que ela está nua; mas o fato de não poder ver de fato a sua carne exposta pode levá-lo deliciosamente à loucura.

"Inspire-o"
Em vez de querer que ele seja alguém que não é, inspire-o a ser mais ele. Acredite no seu homem. Pressinta grandeza em seus atos. Seja tão feminina, tão linda, tão macia, tão sensível e inteligente que assim você acenderá o desejo dele para se tornar homem o bastante para te ganhar. Provoque a imaginação do seu companheiro, que conseqüentemente descobrirá maneiras originais de te agradar.

Para download do livro, clique AQUI
Ps: Estou curtindo muito minha familia e amigos na Bahia. Aqui só alegria, graças a Deus! O maridão tem adorado muito também! Peço desculpas pela ausência, mas logo voltarei com as postagens e acompanhamentos dos blogs de vocês. Um beijo carinhoso.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Esquecimento corriqueiro

Corriqueiro quer dizer agitado, inquieto e habitual. O esquecimento é a saída da memória, a perda da lembrança. E o esquecimento corriqueiro é um nome dado para pessoas que esquecem das coisas por um momento, por conta dos pensamentos agitados ou um tipo de ansiedade.
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Ex: Estou conversando com fulano e a conversa está boa, daí começo a contar um fato e de repente no meio do assunto esqueço a palavra chave, o fechamento do fato. Algumas centelhas acontecem na minha mente, mas a palavra não sai. Está na ponta da língua, mas não consigo expressar, nem lembrar da dita palavra.
Acho que isso acontece com muitos de vocês e principalmente no mundo que estamos hoje, muitas atribulações, muitos problemas a se resolver e vivemos com o cérebro cansado. Enfim, descobri a pouco tempo que sofro desse mal.
E o pior, tenho um problema de não concluir a frase, sempre deixo nas reticências. É como se o ouvinte tivesse a obrigação de saber a conclusão. É como se eu quisesse dizer o ditado: "para um bom entendedor, meia palavra basta". Mas não é isso que se passa na minha cabeça, simplesmente tenho essa falha.
É cada coisa nesse mundo contemporâneo, que vou dizer viu... Acho que tenho tendência a Alzheimer kkkkkkkkkkk.
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Ps: Genteee, ainda estou na correria de arrumação de casa, acreditam que nem o pc instalei ainda? Fora que aproveitarei o mês de férias do maridão pra visitar minha familia e amigos na BA. Estou muito ansiosa para chegar logo. Mas estou morrendo de saudades de blogar, der ler as postagens de vocês com calma, de deixar comentários, nossa como estou.
Um abraço apertado da Mulher Diferente para todos vocês!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Everybody Lies (A verdade é essa!)

Será que alguns dos meus magníficos leitores diriam ao filósofo Gregory House que ele está equivocado em seu julgamento sobre a espécie humana?
Não tem como não aceitar essa posição! Todos mentem. Isso é fato!
O que diferencia a “mentira” das pessoas, é o motivo pelo qual as levam a mentir! Uns mentem pelo simples fato de tentar parecer menos ridículo aos olhos alheios, outros para se proteger ou proteger alguém que é importante e têm ainda aqueles que mentem para se darem bem e prejudicar os outros. Fica fácil descobrir qual deles é o mais filho da puta!
.A mentira em si está na natureza das pessoas! E estará mentindo quem disse que nunca mentiu! Todos somos adeptos a esse comportamento pouco aceito pela sociedade!
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Você mulher, nunca falou algo do tipo: “O problema sou eu, não você.”, caralho, essa é muito manjada! Homens, se um dia uma mulher falar uma coisa dessas para vocês, virem a cara e saiam com a pouca dignidade que lhe resta! Ela simplesmente não sabe como te dar uma bota!
Que mulher nunca disse: "Não está acontecendo nada, já te disse!"
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Que geralmente, pode ocasionar um diálogo assim: ELE: O que aconteceu?
ELA: NADA!
ELE: Foi algo que eu disse?
ELA: NÃO!
ELE: Foi algo que eu não disse?
ELA: NÃO!
ELE: Foi algo que eu fiz?
ELA: NÃO
ELE: Foi algo que eu fiz, mas que não deveria ter feito? Ou pelo menos feito de forma diferente, levando mais em conta os seus sentimentos?
ELA: TALVEZ!!
ELE: *Sabia* - PUTA QUE PARIU!
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Ou aquela garota boazinha e compreensiva que diz: "Saia com seus amigos, não tem problema"! Nós homens somos meios bobos, mas francamente, tudo tem um limite! No dia seguinte a garota boazinha em questão estará esperando você portanto algum objeto cortante ou alguma arma de grosso calibre, gritando: “Você prefere seus amigos do que eu!”.
Agora você, macho enviadado que está degustando o texto escrito por esse filósofo, nunca disse coisas do tipo: “Te ligo amanhã!”, sabendo que nem pensaria na rapariga no dia seguinte? Aposto que sim!
Ou quem sabe aquela clássica “Ninguém vai ficar Sabendo!”. Claro que vai! Todo homem tem a necessidade de se comunicar com os amigos quando acontece algo bom para ele, principalmente se o “algo bom” tiver um órgão reprodutor feminino!
Além de ver as feições de “Caralho, meu amigo é foda!” do cara que está ouvindo a conversa, o homem por natureza tem a necessidade de falar sobre isso! Mas que fique bem claro, só jogamos os fatos, os detalhes ficam pelas mentes punhetísticas de nossos amigos tarados!

Até os seres mais sinceros, amáveis e comunicativos do mundo, mentem! Sim, os bêbados mentem! Mas mentem para manter as aparências! Tente perguntar a algum individuo em estado de mongolice alcoólica se ele está “Bêbado”! A resposta será: “Claro que não. Talvez um pouquinho alegre, mas estou bem!” e 5 minutos depois, ele desmaia alcoolizado!

Todos mentem, todos omitem, ninguém é 100% sincero! Então, cabe a vocês, amigos leitores, descobrirem qual é o grau de honestidade que vocês desejam das pessoas ao seu lado! Claro que quanto mais alto for esse grau, mais complicado será para você se relacionar em sua vida!

"Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro da humanidade depende delas!" E se alguém discorda, o filósofo Greg tem algo para vocês!

Grato, Platão!


Essa matéria é do blog Filósofos Bêbados. Toda semana colocarei uma postagem do parceiro destaque. Como eles são os parceiros destaque da semana, escolhi essa postagem para representar. Peço que acessem o blog deles, é uma maravilha!
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Agora deixo meu comentário sobre o tema -> O House tem umas coisas parecidas comigo, como por exemplo: dizer que todo mundo mente. Mas é verdade, todos mentem, não existe 100% honestidade. E o que honestidade tem a ver com mentira? Tudo! Mentindo você está roubando a verdade de alguém ou apenas de si (pois já que quando mentimos, fazemos isso com a gente em primeiro lugar).
Confesso uma coisa: aprendi a mentir tem uns dois anos, antes disso, juro pra vocês que não saía, não conseguia. Certa vez conversei com uma amiga sobre mentira e ela disse assim: - Jhenny, é preciso acreditar na sua mentira que ela será verdade. Você vai conseguir falar sem gaguejar, olhando nos olhos e mesmo que passe 10 anos, você vai lembrar da historia como se tivesse realmente acontecido.
Apesar de ter aprendido, mesmo assim prefiro a verdade, mesmo que doa. E mesmo preferindo a verdade, já menti várias vezes depois que aprendi.
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Enfim deixo uma frase que criei: “A verdade muitas vezes não é aceita pelo fato de que a mentira ou a hipocrisia é mais presente no dia-dia do homem, que por si mesmo torna a verdade em mentira e a mentira em uma forma de expressão sensata e comum!”

Agora é a vez de vocês, contem seus casos de mentiras, como vocês lidam com elas... e será que de vez enquando mentir faz mal?

domingo, 5 de outubro de 2008

Faça seu namorado pirar na cama!

Vocês estão namorando há um bom tempo, mas as coisas não são mais como antes, principalmente quando o assunto é SEXO! Você já começa a se perguntar: "será que ele não sente mais tesão por mim? Será que eu não estou sabendo fazer do jeito que ele gosta?".
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A estudante de pedagogia Flávia, 23 anos, namora há quatro anos e vem sentindo esta dúvida. “Quando eu e meu namorado fazemos amor é muito bom, mas parece que ele não se entrega mais como antes, caiu na 'mesmice' de sempre. No final sempre vem na minha cabeça que ele não gosta mais de transar comigo”. O que Flávia não sabe é que isso é normal acontecer nos relacionamentos e que nós precisamos mudar e fazer tudo sempre ficar mais divertido.
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Conversamos com a educadora sexual Maria Helena Vilela, que disse que para tentar reverter essa situação é preciso atitude. “Não existe uma fórmula mágica para esquentar o sexo. É necessário um interesse em querer melhorar. Se a garota está em busca de novidades, é sempre legal fazer algo diferente”. Quem sabe se vocês forem passear em um sex shop ele não revela algum interesse ou fantasia sexual? Além disso, lá vocês podem encontrar várias brincadeirinhas e quem sabe despertar algo que está escondido.
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Construa um personagem e perca a vergonha! Talvez, tenha chegado a hora de comprar aquela lingerie bem bonita para agradar o namoradão? Fazer um strip-tease pode ser uma coisa que nunca passou pela sua cabeça, mas às vezes a encenação pode ficar tão divertida que o seu amor pode entrar na sua e tirar a roupa, cheio de sensualidade, pra você também.
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Para os marmanjos que estão lendo essa matéria e imaginando suas namoradas lá, todas bonitonas, tá na hora de acordar! Vocês também podem fazer a diferença e deixar a gata se derreter ainda mais. Criatividade é fundamental! Já imaginou deixar sua cama coberta com pétalas de rosas vermelhas? Ou fazer aquela massagem com um óleo bem cheiroso no corpo dela inteirinho? Além de excitar sua parceira você vai ficar muito mais animado.
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Mas a gente não pode esquecer o essencial: conhecer o seu corpo e o do seu namorado. Saber quais são os limites que cada um tem é importante antes de tomar qualquer decisão. Não adianta nada o cara comprar uma fantasia erótica para a namorada, sendo que ela já demonstrou várias vezes que nunca colocaria algo do tipo. Mostre ao seu namorado do que você gosta e do jeito que você quer. Pode ser mais fácil e muito mais prazeroso para os dois, além da harmonia ser muito melhor.
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Ana Cordeiro
Fonte: Virgula

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Et Cetera e Tals

Estou me sentindo muito estranha essa semana. Tudo bem, adoeci, tive uma discussão com a pessoa que mais amo nesse mundo (meu esposo), estou em TPM, mas é uma tristeza que não quero sentir, mas não também não quero ficar alegre. A verdade é que no fundo não quero fazer parte desse mundo. Sinto saudade do futuro, saudade do meu esposo que está do meu lado, saudade de algo que nunca tive. Não consigo explicar o que estou sentindo, é como se eu estivesse à beira de um precipício e nada nem ninguém pode me ajudar. São manifestações sobre mim mesma. Acho que está tudo fora do lugar, estou com alguns problemas emocionais, ando muito nervosa. Enfim, sinto-me absurdamente estranha.Insisto em fazer as pessoas sorrirem, insisto em ver todos bem a minha volta, sou alegre, espontânea, sorrio demais, mas será que minha alma sorrir também? Se as pessoas vissem como minha alma fica quando eu sorrio, todos chorariam de tristeza. Hoje estou pra desabafar mesmo. Sou apenas uma casca e minto pro mundo que sou livre dos momentos sombrios. Eu insisto em uma tristeza que não é preciso existir, que precisa estar longe, mas mesmo assim busco ela dentro de mim. Não me entendo, me interrogo, mas não me entendo, me respondo, mas não me entendo, me vigio, mas não me entendo. Tento, mas não consigo. A vida é feita de salas, e com quem nos deparamos nessas salas e que formam nossa vida. Amadureci rápido com as pessoas que me deparei, contando também com meus pais. Mas esse amadurecimento precoce teve problemas, e o mais grave é esse desconhecimento, essas perguntas que me faço sobre essa tristeza profunda que nem eu me permito descobri o por quê. Falando assim parece que não tenho amor à vida, aos problemas, et cetera e tals. Mas a verdade é que tenho amor sim, mas todos nós temos 2, 3 faces, sei la. Tenho meus momentos off e isso acontece quase todos os dias. Não sou muito de desabafar dessa forma, acho que todos têm problema e quando abrimos nossa boca o mundo não quer nem saber, vira as costas pra você. Todos querem apenas ver sorrisos, acertos, histórias bonitas. Mas falhas, tristezas, lágrimas, fazem parte da nossa trajetória e todos que fazem parte desse mundo têm seus momentos e precisam de alguém pra desabafar. Mas esse desabafo muitas vezes não é procurando solução e sim alivio do coração.

Desejo que gozem de alegrias por toda essa semana!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Celular, atender ou não?

Caros leitores, já repararam que o celular só toca em horas não apropriadas? É quando estamos em reunião, é no cinema assistindo aquele filme maravilhoso, é no velório do pai do amigo, é quando se está no salão com as unhas feitas, é no trânsito... Eita aparelho pra incomodar, viu! Hoje mantenho um celular por conta de minha família que mora longe, porque senão já teria deletado ele da minha vida rss.
É inexplicável como as pessoas que mais ligam pra gente, são pessoas que pouco nos importamos se liga ou não liga. Celular é bichinho muito mal educado. Ops!!! O celular ou as pessoas que fazem o uso dele?
Falando das pessoas que fazem uso dele, começo a postagem.
Gente tem pessoas que são surpreendentes no fato de incomodar. Eu fico pensando: o que leva uma pessoa a ligar diversas vezes para o celular do outro, perceber que a pessoa não está atendendo por algum motivo e depois colocar no confidencial? Se não está atendendo porra, é por algum motivo. Às vezes está no trabalho, no cinema, no banho, numa conversa a dois, fazendo aquele amor com a pessoa dos sonhos ou um dos motivos que citei no começo... Em qualquer um dos casos a pessoa vai ver a chamada não atendida e retornará depois. Enfim, não adianta inventar motivos pra ligar 20x no dia. Dai essas pessoas colocam o celular no modo ID não identificado e começam a ligar. Pra começar não suporto quem me liga com número restrito, pois quem quer falar mesmo com a pessoa, liga aparecendo o número, dai se a pessoa não atender, o número fica gravado para retorno. Mas se me ligam 10x e eu não atendo, de repente o celular toca e é um número confidencial, eu faço questão de atender, mostro que não estava afim mesmo de falar. Pow, a pessoa tem que se mancar e saber que eu não queria atender ou não podia. É gostar de sofrer! Tem mala sem alça pra tudo nessa vida.
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Uma linda semana pra vocês!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Mais uma etapa

Caros amigos leitores, hoje gostaria de falar sobre mais uma etapa da minha vida. Englobarei a felicidade e um sentimento terrível que é a inveja. Já fiz postagens sobre FELICIDADE e sobre AMADURECIMENTO, quem quiser conferir e só clicar nos respectivos nomes.
Mas agora quero falar o quanto amadureci depois que casei. Sempre fui muito menina e ainda tenho um pouco disso, acho até bom. Sempre tive muita responsabilidade na vida, quem já leu MEU PERFIL sabe do que estou falando. Mas a distância da minha família, da minha base que são meus pais, amigos, tudo isso me fez ver a vida por outro ângulo.
É quando a gente ta longe que percebemos quanta coisa virou só lembrança... Sentimos falta das coisas mais simples, dos lugares frequentados, dos amigos mais sinceros e até dos mais falsos, das besteiras cometidas, das alegrias vividas e deixadas por lá... E tudo se transforma em saudades. Não é 1km, nem 300km, são mais de 2 mil km de distância. Meu esposo é meu pai, amigo, irmão, companheiro, namorado, é simplesmente tudo. Não sei quem segura a barra maior.
Mas a distancia ajudou a gente a amadurecer muito como casal. Como os pais dele moram em outra cidade e os meus estão distantes, quem recorremos quando temos brigas conjugais? Um ao outro. Então ou fazemos as pazes na mesma hora ou dormiremos emburrados, coisa que nunca aconteceu. Foi tudo de uma hora pra outra; a minha vinda, o noivado, o casamento, e um ano já se passou. Rápido demais. Dizem que o primeiro ano é o mais complicado, acho que só senti tanto por causa da distância da família e dos amigos; mas a gente se dar muito bem e não tivemos problema quanto ao primeiro ano. Tudo bem que até se acostumar com a vida de casada, o mesmo ambiente todos os dias, eu que sou chata então afff. Fora o estado que é outro, totalmente diferente da Bahia, mas tem seu lado bom, cada lugar com sua cultura. Só tenho a agradecer a Deus, somos abençoados a cada dia. É muita felicidade, Alhamdo lillah (graças a Deus)!
Pensando sobre felicidade me veio na cabeça como cada ação provoca uma reação. É um efeito dominó, seja lá o nome que vocês preferem chamar. Mas é incrível o preço do ficar bem, da felicidade. Aconselhando uma grande amiga, pensei sobre isso. A gente estava falando sobre relacionamentos e arrancar a felicidade de alguém. Acontece que sempre arrancamos a felicidade de alguém quando estamos felizes. É a lei natural das coisas.
* Se eu conheço uma amiga através de outra e a gente passa a andarmos juntas demais, a outra amiga vai se sentir excluída, vai ficar com raiva. Nesse caso foi tirado a felicidade de alguém não foi? (Ressalto que amo quando faço duas pessoas se encontrarem, quando sou a intermediaria de uma amizade ou relacionamento. É um prazer apresentar as pessoas umas as outras).
* Digamos que você conhece um rapaz e ele ficava com uma garota, ela se apegou muito a ele. Mas terminaram e agora é sua vez, vocês estão felizes, se amando muito, mas e ela? Infeliz por ter perdido um amor, por não está no seu lugar.
* E se eu estou feliz com o emprego novo dos meus sonhos? Minha amiga deixou um curriculum lá e não conseguiu o emprego, mas eu consegui. A amiga sem querer fica com inveja, chateada e infeliz.
* E se eu comprar um carro novo? Decorar minha casa ou quem sabe apenas colocar um portão novo?
- Tem uma pessoa que gosto dela pra caramba, contarei o milagre, mas não o santo. Essa pessoa vinha sempre na minha casa. Mas gente, era incrível sempre algo acontecia depois que ela ia embora. Seja brigas ou algo material quebrava. Sinto que ela é mal amada, não sabe o que é amar de verdade, não sabe valorizar amigos, é solitária por dentro e traz as energias ruins dela pra dentro da minha casa ou pra gente quando temos contato com ela. Fora que ela fala demais e sempre fala o que não deve.
O que estou querendo dizer, é que sempre haverá pessoas infelizes por verem alguém vivendo aquilo que tanto almeja. Enquanto estamos pulando de alegria, outros estão com sentimento ruim, com inveja e acabam essa carga na gente. Sempre agredimos alguém quando estamos bem. Sempre tiramos algo de alguém com nossa felicidade, mas nem por isso deixaremos de buscar a felicidade.
Recadinho como rémedio para os invejosos: Pense, o que é nosso é nosso e ninguém tira. Quando não é pra ser, pode ter certeza que não será. Não existe: Ohh era pra ser desse jeito ou daquele. Ela roubou ele de mim. Não invente desculpas pra algo que não é seu.
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Ps: Estou super cansadinha, acabei de chegar de um mega show do Capital Inicial, isso mesmo, Capital Inicial. Hummmm curti muito com o maridão!!!!! Maravilha de show!!!!
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Desejo uma linda semana para todos!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

À Bunda

Olha, desta vez você passou das medidas. Só não boto você para fora, agora, porque é a sua cara dar escândalo.
Estou cheia de você atrás de mim o tempo todo. Fica se fazendo de fofa, enquanto, pelas minhas costas, chama a atenção de todo mundo para meus defeitos.
Você está redondamente enganada se pensa que eu vou me rebaixar ao seu nível – o que vem de baixo não me atinge. Mas faço questão de desancar essa sua pose empinada.
Por que nunca encara as coisas de frente?
Fica parecendo que tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber?Você é, e sempre foi, um peso na minha existência – cada papel que me fez passar... Diz-se sensível e profunda, mas está sempre voltada para aquilo que já aconteceu. Tenho vergonha de apresentar você às pessoas, sabia?
Por que você nunca encara as coisas de frente, bunda? Fica parecendo que, no fundo, tem algo a esconder. Por acaso, faz alguma coisa que ninguém pode saber? O que há por trás de todo esse silêncio?
Você diz que está dividida e que eu preciso ver os dois lados da questão. Ora, seja mais firme, deixe de balançar nas suas posições.
Longe de mim querer me meter na sua vida privada, mas a impressão que dá é que você não se enxerga. Porque está longe de ter nascido virada para a lua e costuma se comportar como se fosse o centro das atenções.
Bunda, você mora de fundos, num lugar abafado. Nunca sai para dar uma volta, nunca toma um sol, nunca respira um ar puro. Vive enfurnada, sem o mínimo contato com a natureza. O máximo que se permite é aparecer numa praia de vez em quando.
Não é de admirar que esteja sempre por baixo. Tentei levar você para fazer ginástica, querendo deixar você mais para cima, mas fingiu que não escutou.Saiba que você não é mais aquela, diria até que anda meio caída. E vai ter que rebolar para mexer comigo, de novo, da maneira que mexia.
Lembro do tempo em que eu, desbundada, sonhava em ter um pouquinho mais de você. Agora, acho que o que temos já está de bom tamanho. E, pensando bem, é melhor pararmos por aqui antes que uma de nós acabe machucada.
Sei que qualquer coisinha deixa você balançada, então não vou expor suas duas faces em público. Mas fique sabendo que, se você aparecer, constrangendo-me diante de outras pessoas, levarei seu caso ao doutor Albuquerque*.
Lamento, isso dói mais em mim do que em você, mas você merece o chute que estou lhe dando. Duplamente decepcionada. (Fernanda Young)
* A colunista refere-se ao cirurgião plástico Pedro Albuquerque, de São Paulo.


Só a Fernanda Young mesmo pra narrar um texto inteligente como esse. Afff minha bunda sempre chamou muito atenção. Então era apelidos por toda parte, no colégio, no trabalho, na academia, na rua... Um dia um cara que eu nunca tinha visto na vida, veio me perguntar na academia se eu só malhava bunda. Fiquei pasma e respondi: - claro que não! Alias, você me ver malhando bunda? Pois é caro leitores, só faço exercicios de leve com ela, porque o medo é grande de ficar uma melancia rsss. Mas ainda bem que a lei da gravidade ainda não chegou, está toda redonda e em cima. O maridão que o diga rsss.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A VIDA E SUAS EXIGÊNCIAS

A vida em si é muito complicada!
Na realidade estaria errada afirmando o termo acima? Sim, estaria!
A vida não é complicada; nós é que a complicamos.
Ela é cheia de humor, trajetórias, surpresas e tem suas exigências.
Na vida tudo tem seu preço, por mais puro que seja o desejo, a fantasia, o objetivo.
A realização é cara, o lucro é bem trabalhoso.
E os mistérios da vida? Não deixam de serem mistérios.
Como se não bastasse, nunca descobrimos de onde viemos, porque viemos, quem somos e pra onde iremos.
Tudo é ambíguo e temos que conviver e aceitar essa verdade.
Se analisarmos bem, veremos que somos como as formigas: frágeis, pequenas e ridículas.
Mas uma coisa é certa: somos especiais.
Temos algo precioso, que é ela, A VIDA!
Alguns não sabem valorizar a vida.
Outros sabem, mas não crêem que seja real.
E muitos morreram e não aprenderam.
Saber valorizar a vida não é um dom, como ser: médico, cantor, ator, político ou advogado.
Todos nós temos a capacidade de valorizá-la.
O que falta é sermos autores da nossa historia, reconhecermos os nossos idéias.
Vivemos num mundo injusto e que nos fazem querer retroceder.
Mas a vida ela é belíssima!
É tão fácil ser legal, amar as pessoas, aceitar do jeito que são.
Sorrie, sonhe, plante objetivos, compreenda, ame, lute, apresente-se, grite, brinque, chore, ame.
Agradeça todos os dias ao acordar por está vivo.
Lembre-se: muitos não conseguiram essa dádiva hoje.
Como já dizia Augusto Cury: “Somos uma jóia única no teatro da existência”.
(Jhennifer Cavassola)



SELO BLOG DE OURO
A meninas do blog Te Aguenta no Salto me retribuiram com o selo blog de ouro. Hummm fiquei muito feliz! O blog da Mulher Diferente, um blog de ouro? Isso mesmo, blog de ouro! Que legal! Fico muito agradecida com vocês leitores.

Repasso o selo para mais 4 blogs de ouro que não coloquei na lista passada, mas que merecem o selo.

Mulher Paraense

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Normose

A Lili do Blog Bagulhetes recebeu por email esse texto e como concordei, posto aqui para vocês. Vale a pena ler e reler pra nunca esquecer.

O professor Hermógenes em entrevista concedida, disse que o ser humano está sofrendo de NORMOSE, uma palavra inventada por ele mesmo. Ele explica que normose é a doença de ser normal, onde todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar.
O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável e bem sucedido. Quem não se “normaliza” acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos permitindo ter tanto poder sobre nossas vidas? Eles não existem.
Nenhum João, Zé ou Ana bate em sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quanto quilos até o verão chegar?
Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras corretamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original.
Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofre demais. Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
Por isso que eu digo: "Ser normal pode ser conveniente, mas ser louco é ser muito mais feliz!" Muito mais viu?

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

SE O AMANHÃ NÃO VIER...

Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir, eu aconchegaria você mais apertado e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu abraçaria, beijaria você e chamaria de volta, pra abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, para que pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer "Eu te amo", ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, eu não pensaria: "Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso deixar passar esse dia".
A gente sempre acredita que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, corresão de rumos ou dizer um para o outro: "Eu te amo".
O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho...
Hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado a mão da pessoa que você ama.Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje? Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua vida de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo, porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o último desejo dela.
Então, abrace seu amado, a sua amada hoje. Bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de você.
Gaste um tempo para dizer: me desculpe, por favor, me perdoe, obrigado, ou ainda, não foi nada, está tudo bem.Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje, pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue.
(Carta do esposo de uma das aeromoças, que morreu no acidente da Gol no Mato Grosso)
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Pensar na morte, nos faz pensar muitas coisas. Só não sabemos direito que a vida passa tão rápida e que hoje estamos aqui e amanhã podemos não está. Deixamos muita coisa pro amanhã e esquecemos de viver o agora.
A frase de entrada no blog diz: "Hoje é o primeiro dia, do resto da minha vida."
E tento fazer isso, tento resolver logo as pendências. Acredita que tenho medo das brigas, das magoas, por conta que algo que possa acontecer e marcado ficou? Acho que a vida sem mim continuaria do mesmo jeito rss Não mudaria muita coisa, algumas tristezas, saudades, mas logo todo ficaria no devido lugar. Mas procuro viver de um modo que eu faça a diferença.

Tem um texto que diz:
“Quando você nasceu, você estava chorando e todos as pessoas ao seu redor estavam sorrindo. Viva de um modo que ao morrer, você seja aquele que esteja sorrindo enquanto todos a sua volta estejam chorando.” (Autor desconhecido)