sexta-feira, 16 de março de 2012

Fofoqueiros de Plantão

"Quem faz intrigas sobre a vida alheia quer ter algo de sua autoria, uma obra que se alastre e cresça, que se torne pública e que seja muito comentada. Algo que lhe dê continuidade. É por isso que fofocar é uma tentação. Porque nos dá, por poucos minutos, a sensação de ser portador de uma informação valiosa que está sendo gentilmente dividida com os outros. Na verdade, está-se exercitando uma pequena maldade, não prevista no Código Penal. Fofocas podem provocar lesões emocionais. Por mais inocente ou absurda, sempre deixa um rastro de desconfiança. Onde há fumaça há fogo, acreditam todos, o que transforma toda fofoca numa verdade em potencial. Não há fofoca que compense. Se for mesmo verdade, é uma bala perdida. Se for mentira, é um tiro pelas costas." (Martha Medeiros)

Polêmicas, balelas, inverdades, são os fatores que contaminam qualquer ambiente. Mas os fofoqueiros sempre estão prontos para atacar e em qualquer lugar. Aquele que faz fofoca geralmente quer se promover, quer atenção e se concentra na vida dos outros para satisfazer-se.
Geralmente sente o mau sentimento da inveja, é inseguro e precisa difamar o outro para obter sucesso. Isso ocorre muito em ambientes de trabalho. O fofoqueiro só precisa de oportunidade e já está ele, falando de um ou de todos.
Existem dois tipos de fofoqueiros: aquele que faz a fofoca, que faz a polêmica, solta o boato e aquele que escuta, é condizente e permite que a fofoca aconteça.  
Há uma diferença delicada entre um simples comentário e uma fofoca. Depende da intenção de quem fala e de quem escuta. O melhor é que saiba realmente para quem está fazendo o comentário. Uma interpretação errada dos fatos pode fazer com que você seja promovido a fofoqueiro.  Depende muito de quem ouve e como foi transmitida a mensagem.
Para evitar que informações se tornem fofocas, o melhor é não emitir opiniões sobre determinados assuntos que envolvam pessoas especificas. Ou seja, não emita opiniões sobre pessoas sem que elas saibam. Se for envolver o nome dos outros, o ideal é que eles estejam sabendo da sua posição ou até mesmo presentes no momento. É preciso ter maturidade o suficiente para não se importar também com os boatos que rolam sobre a sua pessoa.  E quando é no trabalho então, tudo fica mais difícil, mas se você tiver uma postura neutra, nada influenciará no seu andamento profissional.
Um administrador, por exemplo, não deve evitar que se colonize um clima de mentiras e fofocas dentro da empresa. Ele precisa conversar com todos da equipe, envolvendo cada um de forma individual, identificar o fofoqueiro e saber trabalhar com o comportamento deste sujeito, para que se elimine o problema.
Mas e quando a fofoca acontece aos redores de sua casa, ou seja, entre os vizinhos?  O melhor é não se deixar envolver pelos maliciosos de plantão. Começou o comentário sujo, interrompa; fale da natureza, conte uma piada, diga que precisa cuidar dos afazeres da casa, enfim, saia o mais rápido possível, antes que esteja envolvido. 
SEGURE A LÍNGUA! 
  
(Jhennifer Cavassola)

Achei uma mensagem interessante no livro "Em Busca da Autoconfiança, Estrutura Emocional de Aço - Marcio Kühne", segue:

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois descobriram que era inocente. O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.  
No tribunal, o homem disse ao juiz:  
- Comentários não causam tanto mal...         
E o juiz respondeu:    
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!    
O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:  
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:       
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!           
MORAL DA HISTÓRIA:         
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Beijos especiais da Mulher Diferente!!!

8 comentários:

Agrega Pais - Agregador de Links disse...

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Renata disse...

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Cristiane Avolio disse...

kkkkkkkkk... ADOREEEEIII...
vim conhecer seu cantinho e já fiquei!!!
parabéns e sucesso sempre!!!
Caso queira conhecer o meu seja bem vinda!!!
bjossssss..
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Cristiane Avolio disse...

Te linkandooo...
beijos e aproveite o sorteio la no blog!!
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Amora Doce disse...

Oi Jhennifer!

Obrigada pela sua visita e comentário lá no meu blog!Vim dar uma espiadinha e adorei!Por aqui temos uma expressão que diz "A língua é o chicote da bunda"...Apesar de parecer meio grosseira, essa expressão é a mais pura verdade!

Beijos!
Tânia

Bazar Menina Mulher disse...

Vim dar um recadinho..

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olá, gostaria de anunciar no seu blog, qual o seu email para eu te enviar uma proposta ?


Arlei Candido
contato@bazarmineiro.com.br